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Guia básico de ajuste de suspensão de Mountain Bike

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Muita gente, principalmente os iniciantes, não sabem como realizar o ajuste correto da suspensão de sua MTB. Mas esse pode ser um fator muito importante para a performance do piloto, principalmente em terrenos mais técnicos.

Quantidade de ar (Sag)

O Sag é a compressão que a suspensão deve sofrer somente com o peso do ciclista em cima da bike. Essa sag deve ficar entre 20-30% do curso total da suspensão (quanto maior a suspensão, mais perto de 30% deve ficar o sag), tanto na suspensão dianteira quanto na traseira.


Para medir o Sag, você deve colocar todo o equipamento que geralmente usa (sapatilha, mochila de hidratação, capacete, etc) e subir na bike com as suspensões destravadas, apoiando em uma parede ou com a ajuda de um amigo. Desça da bike tentando não comprimir a suspensão e veja o tanto que ela desceu.

Se ficar entre 20% e 30% do curso total, está ok. Se estiver descendo mais do que isso, coloque mais ar na suspensão, se estiver descendo menos, esvazie a suspensão.

Geralmente as suspensões possuem manuais que indicam a calibragem da suspensão de acordo com o peso do ciclista. Sempre verifique isso!

Retorno (Rebound)

O retorno é responsável por recolocar a suspensão na posição correta antes de um impacto. Se o retorno estiver rápido demais, a bicicleta pode ficar quicando e arisca demais. Se estiver muito lento, em uma sequência de impactos, a suspensão não estará pronta para receber a próxima porrada. Portanto, é importante deixá-la na regulagem correta.


Uma dica para regular é a seguinte: Gire o regulador de retorno todo no sentido horário (colocando no máximo de velocidade de retorno), coloque o máximo de peso possível na suspensão fazendo pressão para baixo e veja se ela está voltando rápido demais.

Vá girando o regulador no sentido anti-horário para ir reduzindo a velocidade de retorno até que fique do seu gosto.

Infelizmente, não existe uma número específico de regulagem de retorno, vai da preferência do piloto. Só tem que tomar cuidado para não deixar ela com retorno muito rápido e, no caso da suspensão traseira, ser ejetado pela bike. Ou então deixar ela mole demais e ficar sem suspensão em uma sequencia de impactos.

Lembre-se sempre de anotar a a regulagem da sua suspensão.


Fonte: praquempedala.com.br

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Gráfico de uso de bicicleta nas grandes cidades

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É cada vez mais comum o uso das bicicletas como meio de transporte nas grandes cidades. E os benefícios de se usar a bike são muitos, desde a economia com a gasolina até a perda de alguns quilinhos.
Um infográfico que está circulando pela internet traz vários dados interessantes sobre o uso da bicicleta nas grandes cidades

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PETER SAGAN’S GREEN MACHINE

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Vídeo revela o processo de criação da pintura da máquina de corrida de Peter Sagan, sua Cannondale SuperSix EVO, inspirado pelos músculos e o poder explosivode do personagem Hulk, a cor verde, naturalmente, não poderia ficar de fora, pintada a mão pela artista italiana, Lara Cassanelli.

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Enduro World Series 2016 - Série permitirá uso de bikes elétricas

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Desde que surgiram, as E-MTBs como a Specialized Turbo Levo que nós testamos há alguns meses sempre levantaram muita polêmica. Afinal, muitos acreditam que elas são como motos e que o espírito do ciclismo é superar todos os desafios com a força das próprias pernas.

Porém, uma nova medida tomada pela organização do Enduro World Series promete ser mais um capítulo da história das bikes elétricas de trilha. A partir da próxima etapa da competição, será permitido o uso de bicicletas elétricas em todas as quatro provas que acontecem em território europeu. Porém, somente jornalistas e fotógrafos poderão fazer uso do equipamento.

Para isso, a organização disponibilizará 20 bikes Cube Stereo Hybrid 160 para facilitar o transporte dos pesados equipamentos normalmente utilizados por membros da imprensa que fazem a cobertura das competições.

"Acreditamos que a adição das e-bikes vai aprimorar a cobertura das provas realizadas na Europa, já que a mídia poderá chegar mais perto do que nunca da competição. As pessoas vão tratar as bikes com um pouco de suspeita, mas certamente elas são divertidas e uma ótima maneira de subir as montanhas", disse Chris Ball, Diretor do Enduro World Series.

Fonte: pedal.com.br

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Bicicletas serão liberadas dentro de ônibus em São Paulo

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Em cerca de 180 dias, passará a valer na cidade de São Paulo uma portaria que foi publicada pela Secretaria Municipal de Transportes no Diário Oficial do Município neste sábado (7) liberando o transporte de bicicletas no interior dos ônibus da capital.

De acordo com o texto que passa a valer em Novembro, será permitido o embarque de bicicletas em ônibus maiores do que 23 metros que, segundo o SPTrans, são aqueles que possuem articulação. O texto ainda afirma que o embarque será permitido somente entre às 10h01 e 15h59 nos dias de semana, a partir de 14h no sábado e a qualquer hora nos domingos e feriados. Para embarcar, o ciclista deverá entrar com a bicicleta, travá-a e depois pagar a passagem. Além disso, a portaria proíbe o embarque ou permanância de mais de uma bicicleta por ônibus.


Fonte: pedal.com.br / g1.globo.com

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Nutrição para ciclistas: Alimentação ideal para treinos e provas

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 O ciclismo é um esporte de altíssima demanda energética, pois é preciso ter força, velocidade e resistência para pedalar por ruas, estradas, trilhas e pistas. Se engana quem pensa que os RPs conseguidos nos treinos e provas serão frutos apenas do trabalho duro em cima da bike. A importância da nutrição para ciclistas é enorme e pode ser grande responsável pelas diferenças no rendimento do atleta quando construída e seguida corretamente.

Um trabalho de nutrição para ciclistas precisa contemplar alimentos que o ajudem a suportar desde uma simples pedalada até provas mais longas e que demandam maior resistência e gasto energético. Por isso, é importante ficar atento aos alimentos ideais para consumo.

O ABC da nutrição para ciclistas

Algumas pessoas podem não estar familiarizadas com os nomes dos principais nutrientes presentes nos alimentos, mas a gente explica direitinho o que são, em que alimentos encontrá-los e os beneficios que proporcionam para os ciclistas. Confira:

Proteína: a chave para ganhar musculos

Componente principal para a formacao das celulas  musculares a proteína atua diretamente na construção dos tecidos e membranas. É também uma fonte alternativa de energia durante os exercícios e um dos principais combustíveis das células do sistema imunológico, que nos mantém saudáveis, além de ajudar a regular os indices de glicose. É recomendado que a proteína esteja presente em todas as refeições!

Confira o índice protéico de alguns alimentos:

AlimentoPorçõesProteína
Amêndoas100g21.1g
Peito de Frango (sem pele)100g30.9g
Bife de Filé (magro)100g29g
Salmão100g20.2g
Ovos2 médios16g
Camarões80g19.6g
Leite Semidesnatado100ml3.4g

Carboidratos: a principal fonte de energia para o corpo

Essencial tanto no ciclismo, quanto para a prática de outras atividades físicas, os carboidratos são compostos orgânicos essencialmente formados por: carbono, hidrogênio e oxigênio. Os carboidratos são armazenados na forma de glicogênio nos músculos e figado. É importante você se certificar que possui um estoque ideal de glicogênio para os exercícios e fazer uma reposição adequada depois.

Liberada como resultado do processamento dos carboidratos, a insulina, ajuda a evitar lesões musculares após exercícios de alta intensidade.

Indispensável em todas as refeições, especialmente se você está em treinamento, é aconselhável a ingestão de carboidratos brancos (pães, massas, batatas e arroz) logo após a prática de exercícios, uma vez que o pico insulinico irá estimular a regeneração dos músculos. Coma carboidratos mais complexos (arroz e massas integrais) no restante do tempo para que seu corpo queime gordura mais lentamente ao invés de armazenar gordura.

Confira o índice glicêmico de alguns alimentos:

Baixo índice (até 55)Índice Moderado (56 a 69)Alto índice (70 ou mais)
Maçã (52)Pêssego fresco (60)Bebidas isotônicas (78)
Cenoura crua (16)Passas (64)Mel (104)
Nozes (47)Arroz Parboilizado (68)Carboidratos em Gel (100)
Soja (18)Suco de Abacaxi (66)Batata frita (107)
Damasco seco (44)Suco de laranja (54)Beterraba (88)

Bônus

Para detalhes como indice glicêmico, quantidade de proteínas por porções e outras informações sobre os alimentos fundamentais na nutrição, faça o download gratuito da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos 4a. Edição.

Alimentação pré-treino:

Alimentos ricos em carboidratos, como pães, cereais integrais, frutas e biscoitos, pois eles proporcionam a energia necessária para que você dê seu melhor nas atividades. Porém, não se esqueça das proteínas de ovos, leites, iogurtes e queijos, porém, sem exagero no consumo.

Alimentação durante o treino:

É preciso manter, durante o treino, um ótimo desempenho do seu corpo, repondo as energias que ele consumir com o esforço. Durante o treino, para garantir que seu desempenho seja mantido, com os níveis glicêmicos bem altos, tenha por perto suplementos a base de carboidratos como gel e maltodextrina.

Alimentação pós-treino:

Ufa! Depois de pedalar intensamente e consumir bastante caloria, é preciso repor tudo o que o organismo perdeu com a atividade. É preciso comer até no máximo 2 horas após o término do treino, caprichando em carboidratos e proteínas, pois elas ajudam na reconstrução muscular.

Tabela de ingestão de carboidratos
HorárioIngestão de carboidratos
2-3 horas antes do treinoIngerir alimentos no espectro de baixo e médio índice glicêmico:Mingau de aveia, granola, pão de centeio, ovos mexidos
30 minutos antes do treinomédio IG: uma banana
Durante o treinoCarbs de rápida absorção e alto IG:Bebidas isotônicas, Carboidratos em gel e frutas secas como passas são uma boa opção.
Depois do treinoRecuperação rápida:Cereais de milho ou biscoitos de arroz acompanhados de leite (proteína para a recuperação muscular).
2-3 horas depois do treinoUma refeição com carbs de baixo-médio IG:Salmão grelhado com brócolis refogado e batata doce amassada. O ideal mesmo é consumir alimentos de baixo-médio índice glicêmico.

Fonte: bikeverso.com.br

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Fixed Gear Life

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Vídeo muito legal sobre o estilo de vida da galera "Fixed gear", confira:

 

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Os testes com freios a disco vão voltar no pelotão profissional a partir de Junho

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Após toda a controvérsia por conta do machucado do ciclista Francisco Ventoso, na Paris-Roubaix, o a UCI suspendeu os testes com os freios a disco, mas após alterações, eles vão voltar a ser testados.

O site Cycling Tips publicou uma matéria dizendo que notas vazadas pela UCI, mostram que os freios voltarão a ser testados a partir de junho.

A suspensão aconteceu após o ciclista Francisco Ventodos ter dito que se machucou com um disco. Daí a Associação dos ciclistas fez uma carta para a UCI pedindo a suspensão do equipamento e ela decidiu parar os testes.

A reação da UCI dividiu opiniões, pessoas que sempre foram contra comemoraram, mas as pessoas que eram a favor, defendiam uma investigação mais profunda do acontecimento. Uma vez que a versão de Ventoso sobre o machucado não pode ser confirmada e essa decisão da UCI causou um impacto grande as equipes que já tinham trocado para o disco e para as empresas que já tinham modificado as suas bikes para os discos.

O Cycling Tips teve acesso a conversas de uma conferência telefônica entre a UCI e a comissão técnica que avalia as novas tecnologias do esporte, onde um médico legista confirmou que o machucado de Ventoso deve ter sido causado por uma coroa e não pelo disco de freio. A Movistar, equipe de Ventoso, mandou um e-mail para o site dizendo que não tem mais interesse em discutir o assunto.

O pessoal do pra quem pedala fez um vídeo falando sobre isso confira abaixo:




Fonte:praquempedala.com.br

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Qual o upgrade que vale a pena? Roupas, rodas, quadro ou capacete?

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O pessoal da Specialized utilizou o seu túnel de vento para mostrar qual o upgrade que vale a pena fazer, se você quer conseguir mais aerodinâmica.

Eles compararam 4 tipos de produtos: Quadro, roupas, capacete e rodas.

Muita gente gasta uma fortuna com rodas para conseguir mais aerodinâmica, enquanto poderia resolver isso simplesmente comprando uma roupa mais apertada.

O teste fez a comparação da seguinte forma: Quadro aero Vs Quadro normal (Venge Vs. Tarmac), Roupas folgadas Vs. Roupas justas, Capacete normal Vs. Capacete Aero, Rodas normais Vs. Rodas de perfil alto.

No túnel de vento é possível ver o tempo que se economizaria percorrendo 40km e fazendo a mesma quantidade de força. Os resultados são os seguintes:

Diferença entre quadro aero e normal: 59 segundos em 40km
Diferença entre roupa folgada e justa: 45 segundos em 40km
Diferença entre capacete normal e aero: 42 segundos em 40km
Diferença entre roda normal e aero: 34 segundos em 40km
Diferença total e usar tudo “aerodinâmico”: 3 minutos
Ou seja, o segundo item mais eficaz é o mais barato! E as rodas, que são caríssimas, são o equipamento menos eficaz para ganhar tempo através da aerodinâmica. Então FICA A DICA!




Fonte: praquempedala.com.br

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Scalpel vs. FSI - Full Suspension ou Hardtail

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A discussão sobre qual o melhor tipo de bike não vem de hoje. Este ano tive a oportunidade de pilotar duas bikes de XC de alto nível, tendo sempre a opção entre as competições que participei em 2015. A equipe Cannondale Factory Racing disponibiliza as duas bikes com pequenas variações de configurações para os atletas. Pra equipe não é importante qual a escolha do piloto e cada um decide de acordo com as características pessoais. O que importa é puramente o desempenho na pista.

Saindo do assunto um pouquinho, não achem que as equipes impõem a bike ou material que os pilotos devem andar. Isso é lenda! O importante pra qualquer equipe é ter um atleta rápido. E nenhum atleta de nível que se preze, vai desfavorecer a sua performance para andar com uma ou outra bike.

Dentro do time eu fui o que mais variou a bike, competindo 3 world cups e Brasil Ride com Scalpel e todo o restante do meu calendário foi com a FSi.
Fumic correu apenas algumas provas de FSi e a grande maioria do ano foi em cima de uma Scalpel.
Cooper e Fontana, competiram apenas com a FSi, durante toda temporada.

Diferença entre as bikes:

A Scalpel, possui 100mm de curso na dianteira e traseira, é uma bike um pouco mais longa e usamos na temporada a Lefty 2.0( configuração da bike nas lojas para 2016), o que dava uma sensação de dirigibilidade mais próxima da FSi que usa a mesma suspensão.
A bike é mais longa, menos agressiva, com excelente fluidez e absorção.
Apesar de ser full, a posição do piloto é “dentro” da bike o que facilita bastante uma postura mais agressiva nas subidas.

A FSi, é sem dúvida a bike mais arisca e agressiva do mercado. As diferenças geométricas da bike destoam de qualquer outra bike. No meu primeiro contato com ela tive dificuldade de entender a postura e como eu poderia tirar o melhor do que ela poderia oferecer.
Com a traseira mais curta e assimétrica, ela ficou mais rígida. Combinado com um top tube mais longo e suspensão mais angulada, a FSi consegue ser uma bike que traciona, mas que tem uma posição perfeita para atacar as curvas.

E então qual bike escolher?

Vale a pena destacar que a visão, velocidade, postura e necessidade de um piloto de elite não são, necessariamente, as mesmas de um atleta amador.

Vou dar o exemplo de dois companheiros de equipe pelos meus olhos.  O alemão Fumic e o italiano Fontana, possuem um desempenho similar, mas características completamente diferentes. Fumic usa mais a Scalpel. A bike se encaixa perfeitamente pra ele. Pedala muito sentado, com um ciclo de pedalada (distribuição de potência no giro) muito constante. As linhas escolhidas por ele são sempre mais retas ou mais distribuídas, ou seja, sem jogar muito a traseira. Estamos falando de um dos pilotos mais técnicos do mundo, e ai você pode se perguntar porque ele não usa a hardtail assim ele teria uma vantagem na subida.

Isso nos leva a um ponto muito importante. Um conceito completamente equivocado de que “hardtail sobe melhor e full desce melhor”. Errado! O Fumic usa a suspensão aberta boa parte do tempo, mesmo nas subidas. A leitura da bike nos terrenos instáveis, aliada ao modo certo de pilotagem (menos ataques e giro “redondo”), economiza o atleta fisicamente e as vezes oferece até uma velocidade maior.

Já o Fontana possui um estilo mais agressivo. Pedala mais fora do selim, atacando subidas e se movimentando mais. A maior diferença fica quanto a pilotagem, já que ele ataca mais as curvas no estilo “pumping”, que é a técnica de escorar a bike em algo e impulsioná-la de volta para outra trajetória. Sendo assim ele precisa de uma bike um pouco mais firme e que absorva menos, caso contrário ele “gastaria” a velocidade dispersando energia na própria bike. Sem contar com a movimentação da traseira que muda a rota o tempo inteiro. Com a traseira mais curta, leve e menos colada ao chão como na full, fica mais fácil aplicar a técnica.

No meu caso eu fico mais entre os dois estilos porém me adapto muito melhor a FSi. Usei a Scalpel apenas no segundo semestre, quando tentava contornar minha lesão e nesse momento ficou evidente uma grande vantagem de pedalar uma full. O meu problema foi com músculos secundários para o ciclismo. Pedalando mais com a full, consegui reduzir impactos que geravam desgaste em pequenos músculos que estavam debilitados.
Neste ponto acho uma ótima opção usar a full suspension em competições mais longas ou durante uma preparação que envolva muitas horas, a fim de evitar pequenas lesões, e compressão de articulações como ombros, tornozelos, punhos, etc…

Nos últimos anos vimos um uso crescente uso das full suspension nas Copas do Mundo.
Normal, afinal de contas todos queriam descer mais rápido, certo? Errado! Nas pistas de Copa do Mundo, eu geralmente vou descer mais rápido com a hardtail do que com a full, mas a questão em pauta é o gasto energético. A full acaba dando a oportunidade ao atleta de tentar uma leve recuperação física nas descidas.

Lógico que em ambos os casos (full melhor pra subir, hard melhor pra descer), deve-se levar em consideração o nível e condições da pista. Mas levem em consideração que nem sempre a hardtail é só vantagem pra cima e desvantagem pra baixo e a full o oposto. E a principal diferença não é só o peso (sempre em torno de 1kg), mas a angulação de pilotagem do atleta muda e as características aplicadas devem ser diferentes de uma bike pra outra se você quiser tirar o melhor de cada um dos mundos.

Antes de escolher sua bike leve em conta suas necessidades, suas características e seus pontos positivos e negativos como atleta.

Mas não esqueça que no final das contas o que mais importa é subir na magrela e esmagar o pedal!

Por Henrique Avancini, Piloto Cannondale.

Fonte: bikedica.com.br

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Como instalar um garfo novo

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No vídeo mostra passo-a-passo como instalar um novo garfo.

1 – Primeiro você coloca o anel de fenda inferior do tubo de dirigir

2 – Agora coloque o tubo através orientar o tubo de cabeça e instalar o anel de fenda superior e placa de cobertura.

3 – Agora instale todos os espaçadores que você precisa.

4 – Empurre o garfo e instalar o tronco. Agora, marcar o bordo superior da haste na direcção do tubo.

5 – Use uma ferramenta para corrigir os garfos para o vice e cortar o tubo de dirigir cerca de 3 mm abaixo da linha que você desenhar.

6 – Suavizar as arestas com o arquivo.

7 – Agora você tem que instalar a porca estrela. Eu usei uma pequena chave de fenda e um martelo de borracha. Tenha cuidado para não danificar as pernas na parte inferior.

8 – Fortemente graxa anel inferior fenda e rolamento superior.

9 – Instale o garfo eo anel de fenda.

10 – Coloque na chapa de cobertura, espaçadores, caule e tampa superior. Apertar o parafuso para o ponto onde o garfo tem nenhum jogo.

11 – Aperte os parafusos da haste.

Confira no vídeo: