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Gee Atherton testa essa trilha de MTB

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Gee Atherton testa trilha de MTB


Confira Gee Atherton testando essa trilha insana de MTB cheia de curvas pulos e muito mais:





Fonte: Reprodução Youtube

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Bike Parkour pelas as ruas de San Francisco

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Parkour pela cidade de San Francisco




Alguns do melhores trials bikers saem nas ruas de San Francisco para fazerem manobras radicais confira:



Fonte: Reprodução Youtube

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Ciclista espanhol da show de fair play

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Ciclista espanhol dá show de fair play e não passa rival com pneu furado


Uma competição de ciclismo agitou a cidade de Puente Viesgo, localizada na província de Cantabria, reunindo ciclistas de toda a Espanha.



Porém, um fato curioso aconteceu durante a prova. O ciclista Ismael Esteban vinha na terceira colocação. Faltando menos de 300 metros para o fim, a sua bicicleta quebra. Esteban não pensou duas vezes e colocou a sua bicicleta sobre o seu ombro e saiu correndo para a linha de chegada.
Logo atrás, o compatriota, Agustín Navarro, observou a cena e diminui o ritmo, se recusando a ultrapassar o adversário, respeitando e deixando Esteban completar a prova na terceira posição.
O gesto rendeu aplausos dos espectadores que acompanhavam a inesperada chegada. Assista ao vídeo:



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Novo sistema de transmissão permite a troca de marchas sem pedalar

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Easy Shift utiliza o cassete travado ao cubo da roda traseira e o mecanismo de roda livre instalado no pedivela

A marca francesa HxR Components, especializada em componentes para bicicletas, anunciou o lançamento de um novo kit de transmissão que permite o acionamento do câmbio sem a necessidade de pedalar.
O conceito, já utilizado há alguns anos atrás no circuito mundial de Downhill na bicicleta Honda pilotada pelo campeão mundial Greg Minnaar, promete facilitar a vida dos praticantes de Enduro e DH, já que permite a troca de marcha durante a tomada de curva e acelerar ao final desta já na relação de transmissão apropriada.


O novo kit Easy Shift consiste em um cubo no qual o cassete fica permanentemente fixo, sem a tradicional roda livre. Com isso, o cassete, coroas e a corrente continuam girando junto com a roda da bicicleta, mesmo quando o ciclista não está pedalando. Para evitar que o pedivela também fique girando indefinidamente, um novo mecanismo de roda livre fica instalado no movimento central.
Compatível com grupos de transmissão Shimano (10 velocidades) e SRAM (11 velocidades), o Easy Shift utiliza o padrão de movimento central BSA e BB 30 e pesa cerca de 770 gramas.
O kit é comercializado em versões com uma (30 ou 32 dentes) ou duas coroas, a preços que variam entre 449 a 995 euros. Até o presente momento, não há previsão de comercialização no Brasil.


Fonte: http://mtbbrasilia.com.br/

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Projeto de Lei propõe crédito de R$ 100 para paulistanos que vão ao trabalho de bicicleta

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Para ter direito ao benefício similar ao do vale-transporte, trabalhador deverá utilizar a bicicleta como meio de transporte ao menos três vezes por semana

O vereador José Police Neto (PSD) apresentará à Câmara Municipal de São Paulo um novo Projeto de Lei (PL) de sua autoria que prevê a criação de um cartão com até R$ 100 mensais em créditos para paulistanos que optarem por utilizar a bicicleta como meio de transporte para o trabalho ao menos três vezes por semana.
De acordo com o PL, o cartão seria uma forma de ‘vale-transporte’ para quem opta por se locomover de bicicleta. As empresas que tiverem o interesse em oferecer o benefício a seus funcionários deverão de ter ao menos 30% dos empregados usando a bicicleta. A cada real que o patrão carregar no cartão, a Prefeitura disponibilizará ao trabalhador outro real.

Em troca da participação no programa, a empresa terá direito a um desconto de até 2% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Segundo Police Neto, a ideia é conceder ao ciclista benefício similar ao do vale-transporte. “O ciclista poderá utilizar o dinheiro em gastos como a manutenção, aquisição de equipamentos e estacionamento”, diz o vereador.

“Além da redução dos níveis de poluição, a opção pelo uso da bicicleta como meio de transporte também reduz o gasto com subsídio do transporte público”, afirma o vereador, destacando que o repasse público previsto para o cartão teria custo menor do que é repassado, por passageiro, às empresas de ônibus.

O vereador informa que embora o rascunho do projeto de lei já esteja fechado, a proposta ficará aberta à consultas públicas até o dia 10 de março do ano que vem, antes de sua apresentação formal para votação no Plenário. Caso aprovada, deverá ser sancionada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) antes de passar a valer.


Fonte: http://mtbbrasilia.com.br/

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SnapFlask, o porta-caramanhola magnético que funciona com todo tipo de garrafa

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Magnetos de neodímio, capazes de proporcionar uma força de atração até 10.000 vezes maior que os imãs comuns, permitem reter garrafas de até 1,1 litros sem risco de queda

Acessório essencial em qualquer bicicleta, o suporte de garrafas, também conhecido como porta-caramanhola, possui limitações quanto ao tipo e tamanho da garrafa utilizada. Dependendo do seu tamanho ou formato, a caramanhola pode cair do suporte devido às vibrações do quadro e se perder no meio da trilha.
Quem quer evitar este tipo de problema agora pode contar com uma solução bastante engenhosa da Torq Athletic Gear, uma empresa de Washington DC, nos Estados Unidos. Trata-se do SnapFlask, um suporte magnético para garrafas que, além de ser compatível com todos os tipos de garrafa, promete uma retenção das mesmas em níveis jamais alcançados por um porta-caramanhola comum.


Ao contrário dos suportes convencionais que utilizam uma gaiola para reter a garrafa, o SnapFlask utiliza dois imãs redondos, que são instalados no quadro com o auxílio dos parafusos de fixação porta-caramanhola. Uma fina placa de aço é fixada à garrafa por uma tira de velcro revestida internamente por um material anti-derrapante.

Desta forma, basta basta fixar a tira de velcro em torno da garrafa e encostar a placa nos imãs para que o suporte fique firmemente preso ao quadro.

Embora em um primeiro momento o uso de magnetos possa parecer um tanto quanto inseguro, a Torq Athletic Gear garante que os imãs do SnapFlask são fortes o suficiente para reter uma garrafa de até 1,1 litro totalmente cheia, sem o menor risco de falha, independentemente da quantidade e intensidade das vibrações causadas pelo terreno na bicicleta.


O segredo do SnapFlask são seus magnetos construídos em neodímio, capazes de proporcionar uma força de atração até 10.000 vezes mais forte que os demais imãs encontrados no mercado. Segundo o fabricante, esta força excede a pressão proporcionada por qualquer suporte de garrafas existente no mercado.


Portabilidade e compatibilidade – O novo suporte é compatível com qualquer tipo de garrafa, independente de seu formato, diâmetro ou capacidade. Além disso, o SnapFlask quando não está sendo utilizado pode ser guardado no bolso do ciclista quando não estiver sendo utilizado.


Para viabilizar a produção industrial do suporte SnapFlask, seus desenvolvedores estão captando recursos financeiros através do site de financiamento coletivo Kickstarter, onde o produto pode ser adquirido por 25 dólares. Uma versão ‘premium’, que substitui a placa de aço por uma de fibra de carbono com arruelas metálicas também pode ser adquirida por lá ao preço de 50 dólares.




Fonte: http://mtbbrasilia.com.br/

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Qual MTB é mais rápida? 27,5 ou 27,5 Plus?

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O GMBN fez um vídeo comparando as bikes 27,5 e as 27,5 plus. Eles pegaram uma Scott Genius LT 27,5 e uma Genius LT 27,5+.

No vídeo eles testaram o tempo que demora para dar uma volta em um percurso curto e bem técnico e os resultados foram bem interessantes.


As bikes 27,5 Plus possuem pneus com 3 polegadas e um diâmetro igual ao de uma 29, só que com uma aderência IMPRESSIONANTE.

No teste, a bike 27,5 plus foi 1 segundo mais rápida do que a 27,5 comum. Ou seja, o pneu maior não causou nenhum prejuizo, na verdade, gerou um benefício.

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Lance Armstrong: “Se existisse um equivalente ao EPO, todos os ciclistas estariam usando”

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O ex-ciclista Lance Armstrong que foi de herói a um dos maiores vilões do ciclismo em pouco anos, resolveu desabafar em uma entrevista ao jornalista Jeremy Whittle para o jornal The Times.

Lance disse na entrevista que ele se recusa a aceitar o fato de ser considerado como um precursor do doping no esporte, dizendo que todo mundo se dopava na época. E ele também diz que é 100% falsa a acusação de que ele obrigava os seus companheiros de equipe a se dopar.

“Se existisse uma droga equivalente ao EPO (que não fosse detectada no anti-doping) todos estariam utilizando” afirmou o ciclista.

Armstrong perdeu os 7 títulos que ele conquistou no Tour de France após uma investigação feita pela USADA (agência americana anti-doping) que o considerou como um dos chefes de uma grande organização de doping. Ele se recusou a cooperar com as investigações, em uma espécie de delação premiada, e por conta disso foi banido do esporte.




Fonte: http://www.praquempedala.com.br/

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Chefe técnico da UCI admite: “Bikes motorizadas podem ter sido utilizadas do World Tour”

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O chefe do departamento técnico da UCI, Mark Barfield, admite que antes dos testes de verificação dos motores de bikes ter sido implementados, os motores podem ter sido utilizados.

As checagens das bicicletas a procura do motores, foi introduzida pela UCI em 2014 e esse ano a organização divulgou uma série de punições severas para as equipes que forem pegas no “Doping Mecânico”





Veja no vídeo da UCI Inspecionando a bike de Alberto Contador.


Apesar disso, Barfield afirma que após ter testado mais de 75 bicicletas e ter conversado com diversos engenheiros, ele duvida muito que as equipes TOP estejam utilizando esse tipo de recurso para vencer corridas.

Mas ele não descarta a possibilidade de isso ter ocorrido em algum momento do passado.

Grandes ciclistas como Alberto Contador e Chris Froome tiveram as suas bikes testas em 2015 e nada foi encontrado.

Os testes vão continuar em 2016 e novas tecnologias de testes estão sendo desenvolvidas para que mais bicicletas possam ser testadas de uma forma mais eficaz.



Fonte: http://www.praquempedala.com.br/

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Organizadores de Tour de France vão retirar a corrida do WorldTour em 2017

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Uma disputa entre a UCI e a ASO (dona do Tour de France) fez com que a maior corrida do mundo e vários outros grandes eventos foram retirados do World Tour para 2017.

A UCI vem apresentando uma série de mudanças na forma de organização do ciclismo, com o objetivo de fazer com que o esporte e as equipes sejam mais economicamente viáveis, melhorando a saúde financeira do esporte.

Apesar de a maioria dos interessados e gestores do esporte concordarem com a posição da UCI, a organização do Tour de France está fincando o pé no passado e não quer as mudanças, mas ao mesmo tempo, não revela para a imprensa qual a sua proposta.

A ASO vai registrar o Tour de France na categoria Hors Classe da UCI, que é o nível abaixo do World Tour. As competições de propriedade da ASO são: Paris-Nice, Paris-Roubaix, La Flèche Wallonne, Liège-Bastogne-Liège, o Critérium du Dauphiné e várias outras provas. A Vuelta a Espanha também pertence a organização, mas não se sabe se ela também sairá.


Fonte: http://www.praquempedala.com.br/

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Biker voando baixo no Vulcão Miyake-jima

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Vejam aqui o piloto Stevie Smith arrepiando no downhill do Vulcão Miyake-jima, que entrou em erupção no ano 2000.


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Como identificar bicicletas falsificadas

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Como identificar uma bike falsa?

Quando for a uma loja comprar a sua bicicleta, procure selos de autenticidade. Nas marcas mais tradicionais, esses selos possuem números de série que identificam o modelo da bicicleta, ano de fabricação, tamanho do quadro, onde foi fabricada e além de tudo, identificam o caminho por onde essa bicicleta passou desde o fabricante, até o representante autorizado.

Esses números servem tanto como forma de identificar se a bike é falsificada, ou então contrabandeada. No caso do contrabando, a bike terá o selo e o código, mas será identificado através do código que a bike não deveria estar no Brasil.

Com esse número, ou selos em mãos, você pode entrar em contato com representantes autorizados e verificar a autenticidade da bike.

Para qualquer dúvida, sobre as bikes italianas e outras marcas, o Romolo se dispôs a responder perguntas. Basta enviar um e-mail para ele: eurorace@tba.com.br.

Desconfie

O maior incidência de venda de bikes falsificadas acontecem na Internet, mas é bom sempre estar ligado. Bikes com preços baratos demais, marca sem representante oficial no Brasil e vendedores com anúncios suspeitos são boas pistas de que a sua bike é falsificada ou contrabandeada.

Onde achar os códigos ou selos

Wilier

A Wilier possui um selo embaixo da caixa de centro da bicicleta, com as informações sobre a fabricação da bicicleta pintadas no quadro.



Colnago

A Colnago possui um número entalhado na parte interna da gancheira traseira da bicicleta.




Pinarello

A Pinarello oferece o sistema mais fácil de identificação, basta entrar no site da marca e digitar o código na sessão de garantia, esse código que também está na nota fiscal da bicicleta, serve também para registrar a garantia da sua bike. Quando você registrar, o site vai te falar se a bike está OK.




De Rosa

A De Rosa possui números entalhados na parte externa gancheira traseira da bicicleta.




BMC

A BMC possui um selo de identificação na parte interna dos chain stays da bicicleta.




Fonte: http://www.praquempedala.com.br/

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TABELA DE CALIBRAGEM CORRETA DOS SEUS PNEUS DE MTB

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 Numerosos fatores devem ser levados em consideração para eleger qual é a pressão ideal para seu pneu, incluindo o peso do ciclista, condições do terreno e tamanho do pneu. Pneus com calibragem muito alta não aderem bem em curvas e não amortecem corretamente o terreno, por outro lado pneus com calibragem baixa aumentam a possibilidade furar o pneu na trilha e de causar danos nos aros.




A tabela abaixo foi desenvolvida para servir como ponto de partida para ajudar a escolher a pressão correta em um pneu de mountain bike:


Algumas Dicas:
Em terreno com cascalho solto ou arenoso, diminua entre 1 a 3 psi em ambos os pneus.
Em terrenos de terra firme, faça o contrário, aumente entre 1 a 3 psi;
Para pneus sem câmara (tubeless), coloque 3 psi a menos sobre o valor da tabela acima.
Evite encher os pneu de sua bike em compressores de postos de gasolina.
Adquira uma bomba de chão, elas são mais precisas não existe o risco de estourar o pneu.

Fonte:http://www.bikedica.com.br/

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COMO ESCOLHER A CADEIRINHA IDEAL

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A bicicleta pode ser uma opção de meio de transporte para adultos que queiram transportar crianças. Com as devidas precauções tomadas, sua “magrela” pode ser uma alternativa tão segura quanto qualquer outro veículo.

Para quem curte pedalar e tem filhos, levar os pequenos para dar uma volta pode ser uma experiência imprescindível para o desenvolvimento da afeição da criança pelo esporte. Para transportar crianças de forma segura, os adultos devem providenciar uma cadeirinha específica para esta finalidade. Veja abaixo:

Peso e idade da criança

O tipo de cadeirinha é determinado pela altura, idade e peso do pequeno passageiro. O ideal é escolher de acordo com o tamanho e peso da criança. Existem vários modelos. As mais novas, de até três anos, usam cadeiras que aguentam no máximo 15 kg. Depois desta idade, há uma base para a traseira da bicicleta que aguenta até 30 kg. Aqueles que são pais de duas crianças também podem carregar os dois filhos ao mesmo tempo, basta colocar uma cadeirinha na frente e outra atrás do veículo.

O momento ideal

Não é uma questão de idade e peso, mas de desenvolvimento físico. Os bebês variam muito quanto a idade e desenvolvimento, alguns são capazes de sentar sozinhos e manter o corpo estável mais rápido que outros (como se sentar no meio do tapete, brincando com brinquedos etc), que é quando eles estão prontos para andar no tipo usual de cadeira de criança para bicicletas. Normalmente, isso acontece mais ou menos aos nove meses.

Tipo de cadeirinha

As cadeirinhas mais típicas são com um encosto na posição vertical. Acontece que se você andar muito tempo com esse tipo de assento a criança pode adormecer e despencar para frente. Por isso recomendamos assentos que possuem cinto de segurança, especialmente para menores de 2 anos. A cadeirinha cinto de segurança torna viável o transporte de crianças que já conseguem se sentar no sofá por exemplo, sem cair lateralmente, ou sendo apoiado com almofadas para impedir que isso aconteça, geralmente as crianças atingem essa fase de desenvolvimento com 6 meses de idade.

Melhor cadeirinha, dianteira ou traseira?

A cadeirinha dianteira são muito populares e têm sido utilizados na Ásia e na Europa há décadas. Apesar de menos comuns na América do Norte,  quem utiliza considera que a grande vantagem da cadeira dianteira se deve à facilidade de manter os olhos na criança, possibilitando interagir e conversar com ela. Colocar e tirar a criança do assento também se torna mais fácil assim como parar e descer da bike.

A cadeirinha traseira é mais indicada para crianças maiores, que não precisam de 100% de sua atenção, atrás ela vai estar protegida de tudo que vier a frente, como sujeiras, pedras e insetos.  Existe também uma maior proteção da criança para colisões ou quedas, já que o corpo do adulto a frente vai ajudar na proteção.

Quais os riscos dessas cadeirinhas?

A cadeirinha dianteira, em caso de acidente, aumenta as chances da criança sofrer lesões nos braços e no pescoço e ainda tem o agravante do adulto poder cair em cima dela, outro risco são as rodas atingirem a criança na queda. A criança na frente também torna a tarefa de pedalar mais difícil, o que pode levar a lesões nos joelhos, deixando as pernas mais doloridas em passeios mais longos ou intensos.

Com a cadeira na traseira o maior risco é da criança colocar os pezinhos nos raios, deixando o pé preso, dói só de imaginar. Outro acidente muito comum com a cadeirinha atrás é a queda na hora de parar a bike, já que o peso vai estar concentrado na parte de trás, portando devemos ter muito cuidado na hora de descer.

E os reboques ou trailers?

Para as trilhas o ideal é o uso daqueles trailers super estilosos. Eles são considerados a maneira mais segura para se transportar uma criança. Esse tipo de carrinho é caro, e vale analisar se compensa o investimento. A criança fica atrás, o equipamento suporta em média até 45kg e é bastante bonito e confortável, até mesmo para duas crianças!

Resumindo

O assento mais seguro para o seu bebê é o que melhor se adapte ao seu tipo de bicicleta, suas necessidades e suas habilidades de ciclismo.  Você pode escolher entre cadeirinhas de bicicleta montados na dianteira, traseira e ainda no reboque, cada um com as suas próprias vantagens e desvantagens.

Alguns fatores MUITO importantes devem ser observados para garantir a segurança do mini ciclista nos pedais, como o uso de capacetes próprios para crianças, a utilização do cinto de segurança da própria cadeirinha (compre cadeirinhas próprias para o uso em bicicletas e de boa qualidade), que os pés estejam bem presos à presilha, pedalar em velocidade compatível com o local e de maneira defensiva, sempre levando em consideração e cuidando com a sua segurança e da criança.

O simples ato de colocar mais pedal na vida do seu filho, mesmo que ele não faça o exercício do pedal propriamente, ajuda no desenvolvimento e na saúde da criança, construindo uma rotina de hábitos saudáveis desde cedo, até que ele cresça e tenha a capacidade de pedalar sua própria bike.


Fonte:www.bikedica.com.br

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5 DICAS PARA VOCÊ NÃO PERDER O CONTROLE DA DIETA EM EVENTOS SOCIAIS!

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Sempre pensamos que os eventos sociais que temos acabarão com a nossa dieta, certo?
Errado! É possível sim conciliar nossa vida social com uma rotina alimentar de qualidade. E para conseguirmos manter um hábito alimentar saudável por toda a vida, é importante aprendermos a fazer essa conciliação. Até porque, não acredito que seremos felizes se abrirmos mão de nossos prazeres alimentares. O importante é buscar o equilíbrio.
Seguem então 5 dicas para ajudar você aproveitar seus eventos sociais e otimizar sua dieta:

/1

Não faça compensações no dia do evento. Por exemplo, não pule o lanche da tarde se você tiver um evento em um jantar. Se você não faz esse lanche, provavelmente chegará com muita fome no jantar e terá dificuldade com autocontrole. Siga a dieta ao longo do dia e naquela noite você terá uma refeição eventual (fora da dieta). No dia seguinte, retome a rotina alimentar.

/2

Não é necessário se privar dos alimentos oferecidos no evento. Procure consumir pequenas porções. Se tiver sobremesa, reduza a quantidade ingerida da comida salgada. Costumo dizer: “coma sempre um pouco a menos do que gostaria. Saia com a sensação que comeria um pouco mais!”.

/3

Se você já tem eventos marcados no final de semana (ou até durante a semana), procure não “inventar” outros momentos para sair da dieta.

/4

Se for para um churrasco, evite ficar bebendo e “beliscando” durante todo o evento. Procure fazer um prato, mesmo que coloque arroz, mandioca, farofa… Aposto que terá melhor controle da quantidade de alimento e bebida ingeridos no resto do churrasco.

/5

Procure chegar aos eventos sem estar com muita fome. Se necessário, faça um lanche ao sair de casa. Não conseguimos ter autocontrole se estivermos com muita fome!
O importante é criarmos estratégias para nos ajudar a atingir nossos objetivos. Nunca podemos desistir… e sim criar um caminho para alcançar nossas metas.

Por Tatiana Vasconcelos

Fonte: http://www.bikedica.com.br/

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Novo padrão de movimento central promete aposentar os sistemas PressFit

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Novo T47 chega ao mercado com a patente liberada e a promessa de acabar definitivamente com os estalos e ruídos. Será o caminho para a normatização universal ou será apenas mais um padrão?
Utilizados via de regra em bicicletas topo de linha, os movimentos centrais no padrão PressFit são, pelo menos na teoria, totalmente confiáveis e livres de ruído. Na prática, basta uma micrométrica variação em seu encaixe na caixa de centro do quadro para que se tornem uma constante dor de cabeça para mecânicos e ciclistas.
Na busca por uma solução definitiva para o problema, um grupo de fabricantes de quadros e componentes para bikes encabeçado pela Chris King desenvolveu um novo padrão para movimentos centrais denominado Threaded 47, ou simplesmente T47.
O novo sistema promete agregar as vantagens dos atuais sistemas PressFit (leveza, baixo custo de produção e compatibilidade com eixos de pedivela oversized) e  com a promessa de acabar definitivamente com os estalos e ruídos.

O novo padrão utiliza o mesmo diâmetro interno do PressFit 30, o que o torna compatível com eixos de pedivela de 24 e 30mm de diâmetro. Entretanto, ao invés da instalação por encaixe, o T47 utiliza roscas para a instalação dos seus rolamentos, de forma similar aos sistemas BSA.
Embora em tese seja possível que quadros construídos em liga metálica possam ter sua caixa de centro rosqueada por um bom torneiro com  o intuito de torná-los compatíveis com o T47, o ideal é sejam criados quadros específicos para o novo padrão.
Ciente de que o T47 só poderá tornar-se popular caso seja adotado por algum grande fabricante de bicicletas, a Chris King determinou a liberação do padrão, de forma que qualquer empresa interessada possa desenvolver seus próprios produtos sem ter que pagar royalties pela patente. Atualmente, a Argonaut, fabricante de quadros do estado norte-americano do Oregon teve o privilégio de produzir a primeira bicicleta com o movimento central T47.
Padrão definitivo? – O novo padrão promete ser ainda uma luz no fim do túnel para a sopa de letrinhas que encontra-se o mercado de quadros e movimentos centrais, onde a grande variedade de padrões – em sua maioria incompatíveis entre si -, acaba por encarecer os custos de instalação e manutenção. Se ele irá vingar ou se será apenas mais um padrão a ser adicionado aos já existentes PressFit 30, BB386EVO, BBRight, BB86/92 e BSA, entre outros, só o tempo dirá…

Fonte:http://mtbbrasilia.com.br/

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Quadros: alumínio ou chromoly?

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Essa é uma briga antiga para bicicletas de viagem. O material mais comum utilizado na fabricação de bicicletas hoje em dia é o alumínio. É leve, resistente, barato, de fácil fabricação em larga escala e não enferruja.

O Cromo-Molibdênio é uma liga de aço mais resistente que o aço-carbono, o famoso “ferro” das bikes antigas. Pela maior resistência, é possível construir quadros com tubos mais finos, e portanto mais leves. Ele guarda ainda a maleabilidade do aço, o que favorece o conforto e permite ser soldado mais facilmente. Quadros de chromoly que a gente encontra no Brasil hoje podem ter três origens: ou eles vêm direto dos anos 90, quando a liga entrou na moda e muita gente trouxe suas Trek’s, GT’s, Specialized’s dos Estados Unidos pra cá; ou eles são recentes, importados da Europa e voltados para o cicloturismo, como quadros da Raleigh, Ridgeback, Surly, entre outras; ou eles foram feitos aqui, pelos poucos soldadores de quadros que temos no Brasil, como André Myamura ou as bikes Tr3ze.

Eu tenho bikes dos dois materiais. Prefiro chromoly. Gosto muito da sensação de ter algo mais maleável, mais “orgânico” entre as pernas. A minha impressão é que ele amortece melhor os impactos e responde melhor às minhas pedaladas. Quadros de cromo também costumam ter furação para bagageiro e para-lamas, algo que dou importância.O Cromo-molibdênio tem uma desvantagem que muita gente esquece: ele enferruja. Sim, é algo que você só vai ter que se preocupar depois de décadas usando a bicicleta (um pouco mais cedo se viver na praia), e é fácil evitar: esmalte transparente para impermeabilizar os riscos externos, e um pouco de WD-40 de meses em meses por dentro dos tubos, para evitar corrosão. Mas é algo a se pensar.

A coisa é que virou quase regra recomendar quadros de cromo-molibdenio para todo e qualquer cicloturista por aí, e meter o pau no quadro de alumínio, como se pedalar num quadro de cromo fosse uma poltrona reclinável comparada a um banquinho de metal vagabundo. A verdade é que tem muito quadro de alumínio bom por aí, e muita gente atravessando milhares e milhares de quilômetros com eles. O que eu sugiro: não vá só pelo que você lê na internet, experimente os dois metais. Veja se sente alguma diferença. Não faz sentido pegar um quadro que não encaixa com você ou que não te agrade só porque falaram que o material dele é melhor.

Mas alumínio não pega solda!

Esse parece ser o argumento matador para escolher o cromo-molibdênio. A conversa vai mais ou menos assim: você está pedalando no meio do nada, entre cidadezinhas de um sertão qualquer por aí. E por causa de uma queda mais feia ou simples desgaste do material, o quadro quebra em dois. Impossível pedalar. Se você tem um quadro de alumínio, está lascado. Soldar alumínio é um processo delicado e precisa de equipamento específico, muito difícil de encontrar fora das capitais. Vai ter que ir de ônibus até a cidade grande e provavelmente comprar um novo quadro. Agora, se você foi esperto e estava com um quadro de cromoly, é só achar qualquer máquina de solda simples na próxima cidadezinha (ou até em algumas fazendas), pagar 15 reais pelo serviço e seguir viagem.

Essa história pode até fazer sentido há uns anos atrás, quando era comum quadro quebrar. Mas hoje, quantos quadros de qualidadevocê vê dando problema por aí? Muitas empresas gringas – e até a brasileira Soul – dão garantia vitalícia para seus quadros de alumínio. O único quadro que eu tive que quebrou foi um de cromoly, um GT Outpost de 1994. Sim, foi fácil de resolver, mas mais fácil ainda é ter um quadro resistente e de qualidade, que não vai ter dar dor de cabeça. não importando o material.


Fonte: http://ciclomundo.com.br/

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Documentário da BBC mostra os riscos de comprar produtos “OEM” (falsificados)

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Documentário feito pela BBC mostra o perigo de se comprar um produto sem procedência como os que são comercializados em alguns sites chineses.
Antes de mais nada, não estou dizendo que todos os produtos na china são de qualidade ruim, e sim que as falsificações não possuem procedência e nem um padrão de qualidade que deve ser seguido.

Muitos sites vendem produtos com a sigla “OEM”, que diz respeito a uma encomenda em grandes lotes feitos entre empresas, quando na verdade são falsificações.

O documentário mostra o caso de um ciclista que levou uma queda grave após o seu guidão, que supostamente deveria ser da marca FSA, se partiu em três pedaços.

Em testes de laboratório, nenhum dos produtos falsificados testados conseguiu ser aprovado de acordo com os padrões europeus de qualidade.

Então, você que acha que está bonitão ai andando com um quadro top “de marca” que custou 400 dólares… Saiba que você está correndo muito perigo.



Fonte: http://www.praquempedala.com.br/

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10 DICAS PARA SUBIR MELHOR

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Ao contrário de outros aspectos do ciclismo, escalar uma montanha com sucesso é considerado pela maioria uma aptidão natural. Mas percebemos que subir bem é uma habilidade muito mais sutil e complexa, que abrange não apenas a adaptação e a aptidão, mas a estratégia.

Ao longo dos anos, devido em parte à influência de alguns ciclistas nas últimas competições, percebemos que utilizar uma cadência alta para as escaladas enfatiza o sistema cardiopulmonar, a eficiência da pedalada, e consequentemente uma recuperação rápida. De forma contrária, uma baixa cadência diminui a eficiência, aumentando a exigência da musculatura e ocasionando uma fadiga precoce. Tudo isso parece simples, mas deve ser analisado com muita calma, pois cada um tem sua individualidade.

Desenvolver essa habilidade também demora um bom tempo. Requer conhecimento e pessoas especializadas para orientar. Algumas perguntas sempre ficam rodeando nossos pensamentos: Será que eu vou me adaptar a essa cadência? Ficarei mais eficiente? Como faço para aprimorar essa habilidade? Como faço para medir de forma quantitativa e qualitativa a minha pedalada?

Na década de 90, os monitores cardíacos (MC) surgiram no mercado, mas não eram todos os ciclistas que o utilizavam. Alguns ciclistas já faziam uso dos MCs desde essa época para monitorar o seus treinos, o que não difere muito do que a maioria usa hoje, quase 25 anos depois. Os treinadores desses ciclistas perceberam que essa ferramenta era apenas um apoio e que o MC não era suficiente. Dessa forma, a equipe desenvolveu um sistema acoplado aos pedais que permitia quantificar as forças exercidas pelo ciclista em todas as direções durante a pedalada. Esse foi um dos pontos cruciais para a melhora da performance e eficiência da pedalada destes ciclistas.

Mudar a cadência de um ciclista é uma tarefa que requer disciplina e metodologia. Deve-se treinar de forma eficiente para criar as adaptações neuromusculares necessárias aos objetivos. Ressalto que comprar o melhor equipamento é apenas o começo. Muitas variáveis devem ser isoladas e estudadas para que a melhora ocorra. Temos que ter em mente que a melhora vem de fatores diversos, como o posicionamento do ciclista na bike, a nutrição, o sono, a dedicação, as condições de treinamento, a genética, os fatores ambientais, o condicionamento físico e psicológico e muitos outros.

1º – A BASE É ONDE TUDO COMEÇA:

Um dos exercícios mais importantes, simples e eficazes para melhorar as suas escaladas é um treinamento com giro alto em terreno plano, acredite. Uma boa dica para os iniciantes é utilizar o tempo do aquecimento com giro alto (comece com 90 RPM e vá até 120). Depois de bem adaptado você poderá incluí-lo no seu treino de giro, treino principal de ritmo e intervalado. Aos poucos você estará apto a pedalar com o giro alto e eficiente.

2º – CONSTRUÇÃO DE FORÇA OFF-SEASON:

Faça musculação e aprimore sua força com uma série específica. Procure um profissional que entenda de ciclismo e treinamento de força. Nesse período é muito importante não fazer treinos extenuantes. Se optar por fazê-los dê um dia de intervalo pelo menos. Dessa forma você poderá executar a sua série com toda a energia (seus estoques de glicogênio estarão adequados e os membros inferiores descansados). Lembre-se que descanso é treino.

3º – INCLINAÇÃO:

Inicie em subidas com uma inclinação de 3 a 5% com giro alto (70-80RPM) para aprimorar a sua técnica. Para variar os grupamentos musculares alterne o posicionamento: suba sentado e em pé da seguinte forma…4 x [5min (75RPM) sentado e 2 min em pé com uma marcha mais pesada (55-60 RPM)]. Existem centenas de treinos para implementar e melhorar a escalada. Procure alguém que conheça do assunto. Se na sua área não tiver subidas longas, procure rampas curtas para executar os seus treinos. Repita a subida por várias vezes. Após estar bem adaptado procure executar seus treinos em subidas longas e com variação de angulação durante o percurso para ter o máximo de estímulos possíveis.

4º – PERCEPÇÃO CORPORAL E MENTAL:

mantenha a parte superior do corpo relaxada, mentalize a força nas pernas, não agarre o guidão, concentre-se na sua respiração, visualize o percurso, mantenha o giro e o ritmo constantes.

5º – SENTADO E EM PÉ:

De um modo geral é mais eficiente e mais rápido sentado no selim. No entanto, em pé sobre os pedais lhe dá uma maior sensação de poder. Portanto, para algumas subidas curtas e íngremes, você não terá escolha, a não ser sair do selim. Geralmente, eu tento ficar sentado por tanto tempo quanto possível. Você precisa encontrar a melhor relação de esforço/conforto.
Geralmente opto por usar mais marchas e levantar menos. Observe também a troca da marcha antes de ficar muito íngreme, pois se deixar ficar poderá ter dificuldades para trocar a relação de marcha (a tensão fica muito alta na corrente).

6º – BEBENDO E COMENDO:

A sua frequência respiratória e cardíaca estará elevada e dessa forma dificultará a ingestão de alimentos sólidos. Leve géis de carboidrato ou bebidas ricas em carboidratos que são mais fáceis de serem consumidas. Se estiver competindo isso será extremamente relevante. Pontos a considerar: antes de começar a subir alimente-se; procure pontos mais fáceis durante a subida; diminua o esforço; conheça o percurso. Tudo isso dificulta as fugas e otimiza a performance no treino e nas competições.

7º – CLIMBING SEASON:

Esse período é bem interessante, pois o foco é subir, subir e subir. Mas lembre-se: com eficiência, não é para se matar no treino! Comece o seu bloco de treinos subindo uma ou duas vezes por semana sem compromisso. Apenas suba. Após algumas semanas você pode começar a incrementar a intensidade, volume e treinos específicos. Procure, nesta fase, não fazer treino intervalado muito forte, pois isso o deixará cansado. lembre-se que o foco é aprimorar a subida.

8º – UTILIZE VÁRIAS MARCHAS:

Hoje em dia as bikes têm 20 marchas, algo que não existia na década de 90. Utilize bastante esse recurso. Aproveite para aprimorar a sua técnica, tanto da pedalada quanto da troca de marcha.

9º – CADÊNCIA:

Faça educativos. Execute-os corretamente e com regularidade para trazer um aumento de economia. Dessa forma a sua pedalada será mais eficiente. Um excelente equipamento de apoio é o rolo (bike trainer). Se possível utilize-o em frente a um espelho. Peça orientação especializada.

10º – TECNOLOGIA:

Compre um medidor de potência com todos os recursos possíveis de cadência, gráfico de força, RPM e outros. Trabalhe as informações de forma metódica com o seu treinador. Faça anotações constantes dos treinos específicos e correlacione com a percepção do esforço/metas alcançadas.


Fonte: http://www.bikedica.com.br/

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A ABOMINÁVEL GORDURA ABDOMINAL

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Acumular gordura no abdômen é perigoso. Essa é a conclusão de diversos trabalhos publicados nos últimos anos.
Tradicionalmente, o grau de obesidade tem sido avaliado por meio do Índice de Massa Corpórea (IMC), obtido dividindo-se o peso pelo quadrado da altura. O peso é considerado saudável, quando os valores do IMC ficam entre 18,5 e 24,9 kg/m2.
A principal limitação com o IMC é que não permite separar indivíduos com constituição mais robusta, mais musculosos e com ossos mais pesados, daqueles com mais tecido adiposo.
Em 2012, pediatras do Sick Childrens Hospital, de Toronto, publicaram um inquérito realizado entre 4.884 estudantes de 14 a 15 anos de idade, no qual calcularam o IMC e a relação existente entre a circunferência abdominal e a altura do adolescente.
Relações entre circunferência abdominal e altura abaixo de 0,5 foram consideradas normais; elevadas, quando acima de 0,6.
Houve associação significante entre a relação circunferência abdominal/altura e a prevalência de hipertensão arterial, colesterol e triglicérides elevados.  O IMC não guardou relação tão direta com esses parâmetros.
Em 2013, foi publicada no Journal of the American College of Cardiologyuma pesquisa que partiu de um banco de dados com 15.547 portadores de doença coronariana, participantes de cinco estudos realizados em três continentes. A média de idade era de 66 anos.
Num período médio de 4,7 anos, ocorreram 4.699 mortes. A sobrevida mais baixa foi encontrada entre aqueles com mais gordura concentrada no abdômen, medida pela relação: circunferência do abdômen/circunferência da bacia (CAB).
Por exemplo, pessoas com IMC = 22, portanto na faixa de normalidade, mas com relação CAB igual ou maior a 0,98 apresentaram risco de morte mais elevado do que aquelas com o mesmo IMC, mas com CAB abaixo de 0,89.
Mesmo entre os obesos, a relação foi mantida. Naqueles com IMC = 30 e CAB igual ou maior a 0,98 a mortalidade também foi mais alta do que no grupo com o mesmo IMC, mas com CAB igual ou abaixo de 0,89.
Em 2014, pesquisadores da Mayo Clinic publicaram uma análise de 11 coortes que envolveram 650.000 participantes, acompanhados por um período médio de nove anos.
Houve uma relação linear entre mortalidade e circunferência abdominal (CA). Nos homens com CA maior ou igual a 110 cm, o risco de morte foi 50% mais alto do que naqueles com CA igual ou abaixo de 90 cm.
Nas mulheres com CA igual ou maior do que 95 cm o risco de morte foi 80% mais alto do que naquelas com CA abaixo de 70 cm.
Para cada incremento de cinco centímetros na CA a mortalidade aumentou 7% nos homens e 9% nas mulheres.
A diminuição da expectativa de vida entre aqueles com CA mais alta, comparados aos de CA mais baixa, foi de aproximadamente três anos para os homens e cinco anos para as mulheres.
A conclusão é clara: estar com o IMC na faixa acima do peso ou de obesidade não eleva a mortalidade na ausência de obesidade central.

Fonte:http://www.bikedica.com.br/

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5 RAZÕES PARA VOCÊ ABANDONAR O CARRO E PEGAR A BIKE

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Você pega o carro todos os dias para ir ao trabalho? Se respondeu sim, então você e eu temos algo em comum, junto com outras dezenas de milhões de pessoas. Muitas pessoas optam por ir de carro ao trabalho, enquanto outros podem ir de metrô, trem ou ônibus. No entanto, cada vez mais pessoas optam pela bike, que pode ser a melhor alternativa de todas, e aqui está o motivo:

/1

Economize dinheiro:

Decidir ir de bike em vez de carro para o trabalho é uma maneira praticamente garantida de poupar dinheiro, e quem não está tentando economizar algum dinheiro nestes tempos de economia ruim e gasolina cara?
Em primeiro lugar, você economiza ao não ter de pagar os custos de manutenção do carro, que vão ficando cada vez maiores com o passar do tempo.
Em, segundo lugar, você economiza no seguro (nada barato) e nos impostos (também nada em conta).
E em terceiro lugar, você economiza ao não pagar o combustível. A esta altura já é possível ter uma ideia de quanto dinheiro você pode poupar ao não usar um carro.
Se você trabalha a uma distância curta ou média (até 10 quilômetros) de sua casa, então a bicicleta provavelmente é sua melhor alternativa de transporte.

/2

Melhore sua saúde:

A maioria de nós faz pouco mais do que ficar sentado diante do computador o dia todo quando estamos no trabalho, por isso o exercício físico está se tornando uma peça cada vez mais importante no quebra-cabeça da vida saudável.
É o seu corpo que a leva para a frente dia após dia, por isso é importante mantê-lo em boa forma.
Por isso, andar de bicicleta para o trabalho é uma maneira fantástica para ajudá-la a manter a boa forma. E ao andar de bicicleta você ainda economizará tempo, já que também vai eliminar a necessidade de gastar muitas horas na academia.

/3)

Clareie sua mente:

Aqueles que se exercitam regularmente sabem como a atividade física pode fazer bem não só ao corpo, mas também para a mente.
Exercícios físicos ajudam a clarear a mente, afastando seus problemas e preocupações. Também é fato conhecido que o exercício cardiovascular acaba reduzindo a ansiedade e os sintomas da depressão.

/4

Ajude o meio ambiente:

Os cientistas que estudam as mudanças climáticas globais sugerem que o mundo terá grandes problemas, se nós não começarmos a agir agora e a mudar a forma como tratamos o planeta.
A melhor forma de começar a ajudar o planeta é reduzindo suas emissões de carbono. E sabe qual é um dos grandes vilões das emissões de carbono? Ir e voltar do trabalho de carro!
Ao utilizar menos o seu carro, você vai contribuir diretamente com a redução das emissões de carbono e irá ajudar o planeta.

/5

Economize tempo:

Embora a bicicleta geralmente não seja considerada o meio mais rápido de transporte urbano, ela com certeza supera a caminhada.
Além disso, em trajetos onde há uma grande quantidade de trânsito, coisa normal nos grandes centros urbanos de hoje, a bicicleta também acaba sendo mais rápida que ônibus ou carro em curtas distâncias, só perdendo para as motos.
E mesmo que ir de bike seja mais devagar do que fazer o mesmo trajeto de carro, você ainda vai chegar com relativa rapidez ao trabalho e desfrutará dos outros benefícios listados acima.

Fonte: www.dietaebeleza.com

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Dicas para pedalar com o cachorro

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Essa dica vai para quem pretende ou gosta de pedalar com o cachorro. É muito comum ver em parques e ruas da cidade alguns ciclistas que aproveitam o passeio diário de bicicleta para levar seus cães para passear. Isso pode ser muito saudável, mas também pode ser prejudicial para o animal e até colocar em risco o ciclista.
Normalmente, o ciclista que leva o cachorro para passear simplesmente amarra a coleira em alguma parte do guidão e sai pedalando. Essa não é a melhor postura. Uma virada brusca no guidão para desviar de algum objeto, por exemplo, pode puxar o cão com muita força para o lado e até lesionar o pescoço do animal.
No mesmo sentido, se o cão for grande e forte e resolver disparar atrás de algum outro animal, por exemplo, é capaz de desequilibrar a bicicleta e derrubar o ciclista.
Uma boa dica para levar cães de todos os tamanhos nos passeios de bicicleta é o Springer Dog Exerciser, uma barra que é colocada na parte traseira da bicicleta, onde há muito mais estabilidade, com uma mola e uma haste flexível para segurar a coleira do cachorro, dando mais liberdade para o animal e evitando qualquer impacto do cão com as partes mecânicas da bicicleta.



O Springer Dog Exerciser é vendido pela internet por US$ 99 no site do fabricante. Uma ótima opção para quem gosta de pedalar com cães.

E uma última dica, talvez a mais importante de todas: você deve sempre se lembrar que o cachorro tem um ritmo diferente do humano, e pode se cansar muito mais rápido. Evite pedalar com cães de pequeno e médio porte, e modere na velocidade do pedal. Cuide bem do seu animal! :)