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Peter Sagan reestreia em prova de MTB

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Peter Sagan é um dos meus ciclistas favoritos, legal ver ele em outra modalidade mostrando o amor pelo ciclismo indiferente se é na estrada ou terra.
Nessa prova podemos ver que ele sofreu bastante, mas chegou a liderar a prova um bom tempo!

Confira no vídeo abaixo:

 

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Shimano SLX M7000 - Novo grupo para trilhas chega ao mercado

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Depois de balançar o mercado com o lançamento do novo XT Di2 nesta semana, a Shimano acaba de apresentar mais uma novidade: o SLX M7000, grupo de média gama que, segundo o fabricante, traz inúmeras tecnologias do XT mecânico, mas com um preço mais acessível. 

O grupo, que está imediatamente acima do Deore na hierarquia da Shimano, é voltado ao uso em trilhas e ciclistas recreacionais. Mas, levando em conta o mercado nacional, certamente será amplamente utilizado em competições por amadores. Olhando para os atributos técnicos, certamente ele terá condições de suprir esta necessidade com sobra. 

Opções de transmissão



O grupo terá três opções de combinações de marcha: 1x11, 2x11 ou 3x10. No primeiro caso, a pedivela terá apenas uma coroa com 30, 32 ou 34 dentes desenvolvidos com a tecnologia Dynamic Chain Engagement, que melhoram a retenção da corrente e evita descarrilamentos. Nas relações 1x11, os cassetes disponíveis são de 11-40 ou 11-42 dentes.

No caso das duas coroas, a pedivela pode ser equipada com três combinações de coroas - 34-24, 36-26 e 38-28 dentes. Com isso, o ciclista terá uma gama bastante ampla de marchas para enfrentar diversos tipos de terreno. Como no caso das 1x11, as 2x11 também podem utilizar cassetes de 11-40 ou 11-42 dentes.

Já no caso das transmissões 3x10, a pedivela contará com a tradicional e eficiente combinação de coroas 40-30-22 e cassetes 11-32, 11-34 ou 11-36. As mudanças são feitas por trocadores Rapidfire Plus SL-M7000-11/10, permitindo que sejam trocadas até três marchas de uma só vez. Também é possível fazer a troca para os pinhões menores com o dedo polegar ou indicador. Esse recurso simples, mas incrivelmente útil, proporciona trocas consistentes e estáveis na dianteira e traseira.

Câmbios
O câmbio traseiro de braço médio provê uma capacidade de 41 dentes, enquanto que o câmbio traseiro de braço longo de 10 velocidades possui uma capacidade maior de 43 dentes para compatibilidade com o pedivela triplo. Em ambos os casos, a tecnologia SHADOW RD+ oferece trocas rápidas e estabilidade da corrente, graças a um dispositivo de travamento do câmbio traseiro por embreagem. 

Os câmbios dianteiros de 11 e 10 velocidades tiveram sua potencia aumentada para permitir trocas rápidas com uma rota de conduíte eficiente e operação leve. As opções incluem o Side Swing, Top Swing e Down Swing para permitir compatibilidade com chainstays mais curtos, pneus mais largos e rodas de 27.5/29. 

Cubos e freios

Os cubos SLX foram redesenhados para suportar todas as condições do tempo e ter um desempenho confiável graças às vedações de alta qualidade e esferas de contato angular. Para proporcionar engate rápido, eles possuem um mecanismo de roda livre de 360 graus, com 36 posições de acoplamento.
Já os manetes de freios possuem tecnologia Rider Tuned, que possibilita um funcionamento suave, consistente e previsível do sistema de freio hidráulico. Combinado com os rotores de 160, 180 ou 203mm, o sistema permite uma ampla gama de possibilidades para adaptar-se em diferentes condições de pilotagem e ciclistas. 
Ainda sem preço definido, a Shimano informa que o novo grupo SLX M7000 estará disponível no mercado brasileiro à partir de setembro de 2016.


Fonte: pedal.com.br

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Avaliamos o capacete Giro Trinity

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No ciclismo profissional um ditado afirma que o bom capacete é aquele que você nem percebe que está usando. O modelo Trinity, da marca californiana Giro, essa marcar é usada por estrelas do ciclismo mundial, como a holandesa Marianne Vos, Taylor Phinney e por inúmeras equipes de ciclismo profissional mundo afora. Baixo peso, ventilação e aerodinâmica avançada são os atrativos do Giro Trinity.


O modelo que testamos além do baixo peso que garante um conforto extra, as suas aberturas projetadas em túnel de vento garantem uma ventilação perfeita que conta com a ajuda de pequenos canais que permitem a circulação de ar.


Durante a pedalada, as tecnologias mostram sua eficiência e o resultado surpreende. Praticamente não se sente que se está usando o capacete. 

O casco, feito a partir da tecnologia In Mold, é compacto o bastante para não interferir no campo visual do ciclista. 

Essa característica, aliada ao baixo peso e à ventilação excelente dá a sensação de total liberdade para os movimentos da cabeça.
O Giro Trinity é perfeito para o ciclismo de estrada e ciclocross e atende com perfeição também aos praticantes de mountain bike cross country e marathon.



Onde comprar: Na MX BIKES Clique: AQUI e confira todos os modelos de capacetes disponíveis, loja super confiável, o capacete chegou em perfeitas condições, bem embalado, e a entrega chegou antes do previsto.


Caixa do capacete direto da MX BIKES
Marca e modelo: Giro Trinity
Tamanho testado: Universal, preto e branco
"Às vezes, os modelos mais simples são também o mais inteligente. O Trinity tem ajuste fácil para os ciclistas que querem um capacete de ciclismo clássico que não compromete o conforto ou performance."

CARACTERÍSTICAS:
-Construção In-Mold: O In-mold cria uma única peça junto ao Casco de EPS interno em policarbonato, eliminando possíveis imperfeições, rebarbas ou fendas do capacete, o que faz um sistema de entradas de ar praticamente perfeito.
-Sistema Acu Dial: É possível fazer os ajustes utilizando apenas uma das mãos para retirar ou colocar o capacete
-Compatível com rabo de cavalo: Pode ser utilizado por mulheres ou por homens que sejam cabeludos também
-Conta com 22 Entradas de ar, mantendo a cabeça do atleta sempre seca, arejada e confortável 
-Alta durabilidade e resistência para a sua segurança
-Refletivo para maior segurança na parte de trás
-Ótima capacidade de higienização


Especificações técnicas:
Peso aproximado: 279 gramas
Ajustável de 54cm até 61cm
Tamanho: Único

Códigos dos capacetes Giro Trinity: 
39054 - Branco/Prata
39580 - Preto/Azul
39051 - Preto/Branco




Notas do produto:
QUALIDADE DE CONSTRUÇÃO: 8/10
DESEMPENHO: 7/10
PESO: 8/10
CONFORTO: 8/10
CUSTO BENEFÍCIO: 8/10
O QUE GOSTEI: As opções de cores e ajuste de tamanho.
O QUE NÃO GOSTEI: Parece um pouco volumoso na cabeça, nada que atrapalhe.
GOSTEI DO PRODUTO? Sim.
CONSIDERA COMPRAR MAIS DA MARCA: Sim.
RECOMENDARIA A UM AMIGO? Sim.

CLASSIFICAÇÃO GERAL: 8/10




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Ciclista: Lance Armstrong

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Lance Edward Armstrong (nascido Lance Edward Gunderson; Plano, 18 de setembro de 1971) é um ex-ciclista profissional americano, campeão de ciclismo em estrada em 1993. Ficou famoso por ter vencido o Tour de France por sete vezes consecutivas — um recorde absoluto nessa prova — entre 1999 e 2005. Todavia, em 2012, alguns anos após encerrar sua carreira esportiva, perdeu todos os títulos obtidos depois de 1998 e foi banido do ciclismo competitivo pela União Ciclística Internacional, em razão do uso de dopagem bioquímica.

Como consequência perdeu os sete títulos do Tour de France que conquistara entre 1999 e 2005, período em que voltou a competir, após se ter curado de um cancro testicular, diagnosticado em 1996.

Em novembro de 2012, a revista Sports Illustrated divulgou uma lista de atletas mais anti-desportivos do ano. O ciclista ficou na primeira posição. Dez anos antes, a revista já o havia premiado com o troféu Fair Play ("jogo limpo") por seus valores desportivos.

Biografia


Lance nasceu no dia 18 de setembro de 1971 na cidade de Plano, Texas, e começou a desenvolver o seu corpo desde muito novo. A sua mãe, Linda Mooneyham, teve até dois e três empregos para sustentar Lance, após o pai os ter abandonado. O seu apoio foi o motivo principal para que Lance se investisse no mundo do desporto.

Primeiramente, Lance praticou natação, o que o ajudou a moldar o seu carácter de lutador. Levantava-se às 4h45 todos os dias para ir treinar na piscina. Mais tarde, quando completou treze anos, descobriu o triatlo e venceu o concurso "Iron Kids Triathlon".

O treinador Chris Carmichael percebeu o talento do jovem Lance Armstrong para o ciclismo e concluiu que ele facilmente tornar-se-ia um profissional, já que amealhava taças ganhas. A vida de Lance deu uma volta de 180º quando, aos 21 anos, sendo um dos mais novos a competir, venceu o Campeonato Mundial de Ciclismo de Estrada.

Armstrong iniciou a sua carreira como profissional pela Motorola, em 1992, na clássica competição de San Sebastián, quando terminou em último lugar. Mas ele venceria a prova em 1995.

A vitória no Campeonato do Mundo de Oslo mostrou um ciclista completo e disposto a tudo.

Um ano depois, em Verdun, venceu a sua primeira etapa do Tour de France. Em 1995 repetiu o triunfo da etapa, em França, e conseguiu a sua primeira vitória numa grande etapa no Tour, triunfo a que somou a Flecha Valona de 1996.

Durante algumas semanas, Lance observara uma grande inflamação na virilha e, habituado a ignorar a dor, não lhe deu importância, até que começou a vomitar sangue, a ter perdas de visão e enxaquecas. O diagnóstico estava feito: um câncer testicular. Além disso os médicos descobriram-lhe, também, dois tumores, do tamanho de bolas de golfe, num pulmão e no cérebro. Mas para uma pessoa que tinha passado toda a vida em cima de uma bicicleta, render-se à doença não era uma opção. Numa entrevista, Lance referiu: "Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu". Lance estava disposto a lutar contra o seu câncer.

Armstrong em palestra com cancerologistas.
A equipe francesa Cofidis rescindiu o contrato com Lance. Ele teve que vender o seu Porsche e quase teve de fazer o mesmo com a sua casa. Estava a passar por maus momentos, mas teve forças para seguir em frente.

Aos 25 anos, numa conferência de imprensa, Lance declarou que sofria da grave doença. Um ano mais tarde, embora os médicos lhe dissessem que a probabilidade de viver fosse apenas de 40%, Lance não desistiu, e anunciou que iria regressar. Em janeiro de 1997, um mês depois de ter concluído a quimioterapia, Lance conheceu Kristin Richard, que foi sua esposa durante cinco anos. Com ela teve três filhos, o mais velho Luke, e os gémeos Grace ("Gee") e Isabelle ("Izzi"), sendo que os gémeos foram fecundados através de sémen congelado de Lance. Após o divórcio, o ciclista iniciou uma relação com a cantora Sheryl Crow.

Lance fundou a "Fundação Lance Amstrong" para a luta contra o câncer e relatou, em vários livros, a sua própria história, para demonstrar que se pode superar tudo, desde que se tenha energia para tal. O seu primeiro livro It’s not about the bike, vendeu milhares de exemplares, êxito que foi repetido com a sua biografia Vontade de Vencer – A Minha Corrida contra o Câncer.

Em 1998 a equipe U. S. Postal Service fechou um contrato com Lance, que voltava assim a pedalar. A sua primeira corrida foi a Rota do Sol, em Espanha, ficando Lance em 14º lugar.

Nesse mesmo ano, Lance começa a tomar uma droga chamada EPO (eritropoetina), que aumenta a produção de eritrócitos (glóbulos vermelhos do sangue) no organismo, fazendo com que o metabolismo aeróbio funcione de forma mais eficiente. Primeiro ano de uma longa trajetória de doping, até o final de sua carreira, em 2012.

Duas semanas depois, participou na etapa Paris - Nice sem grandes resultados. A temporada não foi de todo suficiente, chegando Lance a pensar numa possível renúncia. No entanto, em vez disso decidiu concorrer numa das provas mais importantes de todo o mundo. Em 1999 venceu o Tour de France, sagrando-se campeão na classificação geral individual. A este triunfo somaram-se mais seis vitórias no Tour. Após sua última vitória, no dia 18 de abril de 2005, em Augusta, nos Estados Unidos, anunciou que encerraria sua carreira logo após o Tour de France de 2005, o que realmente ocorreu. Em abril de 2006, anunciou que correria a Maratona de Nova Iorque, em 5 de novembro, negando que o faria seriamente ou que pretendesse atuar profissionalmente em maratona ou triatlo.

No dia 5 de Novembro de 2006, Lance Armstrong participou da Maratona de Nova York, completando o percurso em 2h59min36s, tempo que ficou dentro da meta de 3 horas que ele mesmo havia estabelecido. Na preparação, contou com a ajuda de sua ex-esposa Kristin Richards e seu eterno treinador, Chris Carmichael. Para justificar a inesperada participação na prova, que serviu também para levantar fundos para sua instituição contra o câncer, Lance disse: "Serei sempre um corredor".

Para a surpresa geral, no final de 2008, aos 37 anos, decidiu voltar ao ciclismo, correndo pela Astana. Em 2009, Armstrong disputou pela primeira vez o Giro d'Italia, naquela que foi a 100ª edição da volta italiana, além de marcar presença novamente no Tour de France.

Em 23 de Janeiro de 2011, aos 39 anos, anunciou que encerraria a sua carreira internacional, na última etapa do Tour Down Under da Austrália.

Em 2012 foi comprovado o doping em todas as edições do Tour de France, e Lance perdeu o título de todas as suas provas.

Doping


Uma reportagem publicada pelo jornal francês l'Équipe no dia 23 de agosto de 2005 afirmava que Lance Armstrong teria utilizado EPO (eritropoietina) no primeiro Tour de France que venceu, em 1999. A análise, feita pelo Laboratório Nacional de Detecção de Dopagem (LNDD) de Chatenay-Malabryy (França), tomou por base amostras de urina congelada, colhidas do corredor um pouco antes do início e durante a competição. À época, não havia tecnologia disponível para esse tipo de análise.

A acusação de doping gerou controvérsias entre os ciclistas. Alguns argumentavam que EPO não seria considerado doping, à época, enquanto outros afirmavam haver um complô para desmoralizar Lance. Mas o principal motivo para duvidar das acusações era passional: Lance Armstrong era muito admirado em todo o mundo, pelos ciclistas e pelo público em geral, pelo facto de ter conseguido conquistar por sete vezes consecutivas o Tour de France, após ter-se recuperado do cancro, além de sua luta em apoio às vítimas da doença. Para essas pessoas, não importava que uma das vitórias tivesse sido por meio de doping e, mesmo assim, seis vitórias já eram um feito e tanto.

Nove meses depois, no final de maio de 2006, Lance foi considerado inocente das acusações de doping pela empresa independente Scholten, que a UCI encarregou de estudar as alegações do L´Equipe. A advogada neerlandesa Emile Vrijman, que chefiou por dez anos a WADA (Agência Mundial Anti-Doping) e depois passou a defender atletas de acusações de doping, trabalhou no relatório junto ao cientista Adriaan van der Veen, também neerlandês. Segundo Vrijman, os procedimentos de teste foram insuficientes para considerar a amostra de Armstrong positiva e houve má conduta da WADA e do LNDD.

Entretanto, a polémica continua: a UCI criticou Vrijman por divulgar as informações sem ter consultado todos os envolvidos; Armstrong acusa a WADA de agir contra a lei; a WADA afirma que as acusações de Vrijman são irresponsáveis e pretende processá-la; o jornal L'Équipe afirmou que sua reportagem mantém-se correcta, apesar do relatório.

Em 2011, novas acusações de doping são feitas a Armstrong, desta vez vindas de dois de seus mais íntimos colegas, que fizeram parte da equipe de Armstrong nos muitos anos que competiram juntos na equipe USA, sendo um deles o veterano Tyler Hamilton, melhor amigo de equipe de Armstrong. Inclusive, alguns anos antes diziam que se Tyler um dia resolvesse contar o que sabe, então toda a verdade sobre os dopings de Armstrong seria revelada. E foi exatamente o que aconteceu; depois de anos negando, agora Tyler resolve contar tudo o que sabe. Essas investigações foram conduzidas pelo FBI e vários outros dos ex-colegas de equipe, que nunca antes quiseram se pronunciar, agora falam abertamente ao FBI e à mídia acerca dos detalhes dos dopings em quase todos títulos ganhos por Armstrong. Em Junho de 2012 a USADA acusou formalmente Armstrong do consumo de substâncias ilícitas, baseando-se em amostras sanguíneas de 2009 e 2010 e em testemunhos de outros ciclistas.

Retirada de prêmios


Em agosto de 2012, o ciclista americano declarou estar cansado de tentar provar, ano após ano, acusação após acusação, a sua inocência nos casos de doping. Com isso, o atleta heptacampeão do Tour de France deverá ser considerado culpado das acusações e perderá todos os títulos conquistados nos últimos anos, além ser banido para sempre do esporte.

Em 22 de Outubro de 2012 a União Internacional do Ciclismo retirou as sete vitórias na Volta à França em bicicleta, e decidiu também que nunca mais poderá voltar a participar em provas oficias.

A Universidade norte-americana retirou diploma de honra a Lance Armstrong.

Confissão


Em Janeiro de 2013, Lance confessou o uso de anabolizantes. Primeiro, ele se reuniu com os funcionários da fundação que ele criou (Lance Armstrong Foundation) e que luta contra o câncer. O ex-ciclista pediu desculpas pelos momentos de estresse vividos pela equipe por causa dele. Depois, Lance confessou o uso no programa Oprah Winfrey Show, que foi ao ar no dia 17 de Janeiro de 2013. Segundo o jornal The New York Times, a confissão seria parte de uma estratégia para convencer as autoridades do esporte a autorizá-lo a voltar a participar das competições que adotam o Código Mundial Antidoping, das quais está banido para o resto da vida (Armstrong ainda deseja competir em provas de triatlo e corrida. Como vários destes eventos são regidos por organizações que seguem o código da Wada, segundo o qual ele está banido pelo resto da vida, sua participação está inviabilizada no momento). O jornal afirma que Armstrong teria decidido revelar publicamente o esquema após um encontro com membros da Agência Antidoping Americana, incluindo o executivo chefe, Travis Tygart. Nesta conversa, Tygart teria se mostrado inclinado a rever o banimento do ciclista caso nomes de peso relacionados ao caso fossem expostos.

Confira alguns dos momentos da carreira do Lance no vídeo abaixo:

Fonte: wikipedia.org

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Indústria da bicicleta se posiciona em relação aos discos de estrada

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Recentemente, o uso dos freios a disco em bicicletas de estrada ganhou um novo e polêmico capitulo. Depois de apenas alguns meses de liberação, um acidente com o ciclista Fran Ventoso, que afirma ter se cortado com um freio a disco na Paris-Roubaix 2016, a UCI suspendeu por período indeterminado os testes com o equipamento no pelotão profissional.

Em meio a inúmeras trocas de farpas, onde alguns defendem e outros rejeitam a atitude da entidade máxima do ciclismo, Shimano, SRAM e Campagnolo, os três grandes fornecedores de grupos do esporte, posicionaram-se em relação ao caso e a suposta falta de segurança para o uso de discos no pelotão profissional.

Segundo Ventoso, sua lesão teria sido causada depois de bater uma bicicleta da Direct-Energie, equipe que utilizava componentes Shimano. Quando questionada pelo site Cycling Weekly, o fabricante japonês preferiu distanciar-se do caso.

"A Shimano produz diversos sistemas de frenagem para bicicletas de estrada, sejam eles discos ou ferraduras e é escolha de cada ciclistas qual sistema ele prefere utilizar. A Shimano não obriga suas equipes patrocinadas a utilizarem qualquer tipo de esquipamento. A escolha é livre.

Estávamos cientes que duas equipes utilizariam freios a disco de estrada na Paris-Roubaix. Estas duas equipes (Lampre-Merida and Direct Energie) não são patrocinadas pela Shimano então, obviamente, eles fizeram a escolha de forma independente", disse a marca.

Já a Campagnolo, que recentemente lançou seus freios a disco, emitiu o seguinte comentário:
"Nós tentamos fazer componentes e rodas que representam uma vantagem tecnológica e no desempenho de nossos atletas, mantendo completa segurança e durabilidade. Esta característica da Campagnolo é um testamento do quanto levamos a sério não só o problema do desempenho, mas também a segurança e a integridade dos produtos.

A decisão de dar andamento a produção de discos de estrada foi feita há algum tempo. A Campagnolo deve prover componentes e rodas que permitam que seus atletas possam competir com bikes que atendam o padrões da UCI", comentou o fabricante italiano.

Já a SRAM tomou uma atitude um pouco diferente, colocando em dúvida o depoimento de Fran Ventoso. "A SRAM deseja uma pronta recuperação para Francisco Ventoso. No momento, não vimos nenhuma evidência que indique que a causa da lesão foi um freio a disco e desejamos uma investigação dos fatos.

Freios a disco simplesmente são melhores em todos os sentidos.Eles proporcionam mais potência, modulação e um ambiente mais seguro devido a sua performance superior. Nos mantemos engajados com a UCI e com a WFSGI (Federação Mundial da Indústria de Materiais Desportivos) e vamos continuar participando de seus processos", disse a marca americana que afirma respeitar a decisão da UCI.

Já a WFSGI exige que mais testes sejam realizados para descobrir exatamente o que aconteceu no caso de Ventoso para que assim seja possível definir a melhor solução para o futuro do equipamento no esporte. "A decisão da UCI foi baseada em motivos de segurança e, por isso, deve ser apoiada. Todavia, a WFSGI pede que a UCI inicie imediatamente um processo de colaboração entre todos os acionistas para definir o futuro dos freios a disco no ciclismo de estrada", disse Robert de Kock, secretário geral da entidade.


Fonte: pedal.com.br

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Novo grupo Shimano Metrea

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A Shimano apresentou uma linha nova no seu stand na feira Eurobike. Atualmente em estágio de conceito, o Metrea é desenhado para uso em bikes urbanas e apresenta desenho futurista com estilo futurista, mas ainda familiar.

Híbridas e outras bikes urbanas de preço médio a alto costumam usar componentes de bikes de estrada, mas também alguns componentes de transmissão de mountain bikes – e parece que a mira da Shimano é mudar isso.

Montado em uma bike de exposição estava uma transmissão Metrea 1x11 completa com um incomum sistema de alavanca de freio/câmbio para uso em guidões que lembram chifres de um touro, além de um par de freios a disco hidráulicos com montagem planas.

A coroa parece familiar para quem conhece as últimas gerações de componentes Shimano e tanto versões com 1 ou 2 coroas existem. Se olhar de perto você vai notar um protetor de corrente integrado – útil para manter uma corrente lubrificada longe de roupas.

O trocador de marchas em si é bem incomum – parecendo uma versão mecânica do Shimano DT-9071 Di2, usado em contrarrelógio.

Um trocador para guidão reto e alavanca de freio também estava no display. O trocador usado com o dedo polegar pareceu similar ao novo Shimano XT.

Se o Metrea vai ser produzido ou não, é interessante ver a Shimano experimentando coroa única para estrada. Similarmente, o desenho das novas alavancas fez a gente coçar a cabeça.



Fonte: revistabicicleta.com.br

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Selim promete melhor suporte e uma pedala mais eficiente. Vai encarar?

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O selim Essax Shark é possivelmente uma das coisas mais bizarras que eu já ví no ciclismo, mas promete melhorias de desempenho.

Essax

A marca espanhola que desenvolveu o selim contou com o trabalho de Jon Iriberri, um bike fitter profissional, para fazer o design do selim. Após trabalhar com vários ciclistas profissionais, ele desenvolveu essa forma para conseguir uma melhor distribuição do peso do ciclistas sobre os ísquios e evitar a rotação do quadril com a pedalada.

O Shark vai realizar um melhor alinhamento de joelhos, e vai fazer com que o ciclista distribua melhor o peso sobre os “ossos de sentar”. Também existem benefícios aliviando a pressão na lombar e atrás do pescoço.

Legal… Mas prefiro os selins tradicionais hahahaha!


Fonte: praquempedala.com.br

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Contran anuncia novas regras para o transporte de bicicletas na traseira de carros

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O Conselho Nacional de Trânsito acrescentou algumas regras para o transporte de bicicletas na traseira de carros.

Resumidamente, eles só acrescentaram a necessidade de você colocar uma régua de sinalização na parte de trás das bicicletas, no caso das lanternas traseiras dos carros ficarem obstruídas pelas bicicletas, assim como a placa. E nessa régua deverá vir uma segunda placa.

Alguns racks já possuem parte elétrica e já estão de acordo com as novas regras, basta colocar a placa. Os outros, terão de ser adaptados.

Resolução

CONTRAN nº 589/16

– 588/16 – Altera a Resolução n. 552/15 (amarração no transporte de cargas);

589/16 – Altera a Resolução n. 349/10 (transporte de carga e bicicleta nas partes externas), passando a exigir, além de segunda placa traseira, quando encoberta, também régua de sinalização se as luzes traseiras estiverem obstruídas.

Art. 1º O art. 4, da Resolução CONTRAN nº 349, de 17 de maio de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 4° Nos casos em que o transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial, quer seja da sinalização traseira do veículo, quer seja de sua placa traseira, será obrigatório o uso de régua de sinalização e, respectivamente, de segunda placa traseira de identificação fixada àquela régua ou à estrutura do veículo, conforme figura constante do anexo II desta Resolução.

•1° Régua de sinalização é o acessório com características físicas e de forma semelhante a um para-choque traseiro, devendo ter no mínimo um metro de largura e no máximo a largura do veículo, excluídos os retrovisores, e possuir sistema de sinalização paralelo, energizado e semelhante em conteúdo, quantidade, finalidade e funcionamento ao do veículo em que for instalado.


Fonte: praquempedala.com.br

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MURILO FERRAZ VENCE A VOLTA CICLÍSTICA INTERNACIONAL DO RIO GRANDE DO SUL 2016

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Após assumir a liderança da Volta Ciclística Internacional do Rio Grande do Sul com a vitória logo na abertura, Murilo Ferraz pode administrar nas demais etapas para sagrar-se campeão. Seu companheiro de equipe Kleber Ramos foi o vice, 53 segundos atrás. "Estou muito feliz com o título. Esta é uma conquista de toda equipe. Meus companheiros trabalharam muito para que eu pudesse chegar até o fim da última etapa com a camisa azul. Queria agradecer também a minha esposa, que sempre me apoia e me ajuda nos treinamentos. Enfim, estou muito contente por este título e agradecido a todos que me ajudaram a conquistá-lo", comemorou o ciclista de Campo Mourão (PR).

A competição gaúcha contou com cinco etapas e cerca de 800 km pedalados. Três cidades recebendo as largadas e chegadas: Novo Hamburgo, São Francisco de Paula e Farroupilha. Além do título individual com Murilo, a Funvic & Soul Cycles foi campeã geral entre 18 equipes. "Trouxemos um grupo com grandes ciclistas e todos passaram por um período intenso de treinamento, porque sabíamos que a prova seria dura e que enfrentaríamos ótimos adversários. Ao longo dos cinco dias, o trabalho e a união do grupo coroou todo o esforço com este título. Uma vitória para todos, ciclistas e comissão técnica", enfatizou o técnico Benedito Tadeu, o Kid.


Fonte: revistaridebike.com.br


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O que considerar ao comprar sua e-bike

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1. Considere suas necessidades

Avalie em que situação você vai utilizar a e-bike: se ela vai substituir a atual forma de locomoção diária (deslocamentos ao trabalho, escola e comércio), ou se será utilizada para lazer e passeios. Com base nisso, antes de adquirir sua bicicleta elétrica, enumere o que você deseja: economizar com gastos do carro e transporte público, ter mais força para vencer uma colina, ter mais autonomia para alcançar maiores distâncias, dentre outros. Essas informações irão nortear qual é a melhor e-bike para o seu caso.

2. Acessórios úteis

Veja quais são os acessórios inclusos na e-bike, como cadeado, buzinas, luzes, paralamas, amortecedores, câmbios, baú de carga etc. Eles fazem uma grande diferença no dia-a-dia. Analise quais são mais importantes para o uso que você fará da e-bike.

3. Aprenda sobre os componentes elétricos

Dedique um pouco do seu tempo para aprender sobre os diferentes acessórios que a e-bike possui. Conheça os tipos de motores, baterias e formas de aceleração existentes. Veja que o local de alojamento do motor e da bateria pode variar dependendo do modelo da bicicleta.

Para este primeiro contato com a estrutura da bicicleta elétrica, indicamos a leitura de matérias que já publicamos sobre o assunto em edições anteriores, especialmente na edição 003 (janeiro / fevereiro/2011) e 021 (outubro/2012), a participação em fóruns na internet e a interação com pessoas que já são usuárias de e-bikes. Procure tirar suas dúvidas com quem já tem experiência com este meio de transporte. Esse conhecimento prévio será muito importante para você não comprar gato por lebre.

Depois de saber qual será a destinação de uso da sua bicicleta elétrica, e conhecer um pouco sobre os componentes, é hora de avaliar algumas de suas características.

4. Bateria



A bateria é a fonte da energia que alimenta o motor. Como tem uma vida útil, sua substituição é o que representa o maior custo da e-bike. Por isso, quando for comprar a sua e-bike, pergunte sobre o preço para trocar a bateria, e se é fácil consegui-la.

No mercado brasileiro, as baterias de chumbo, semelhantes às baterias de carro, são bastante comuns, mas aos poucos estão perdendo espaço para as baterias de lítio, semelhantes às de notebook. A utilização das baterias de lítio vem crescendo muito e é a química de bateria mais promissora. Quando você for comprar a sua e-bike, poderá escolher entre um modelo e outro avaliando os seguintes itens.

4.1 Autonomia: o que determina a autonomia da bateria é a amperagem. Quanto maior a amperagem, maior será a autonomia da bateria. No mercado você vai encontrar baterias de 5, 8, 9, 10 e 12 AH, sendo que a de 5 AH terá a menor autonomia e a de 12 AH terá a maior autonomia, mantidas as mesmas condições de peso, aclive etc. Quando for escolher a sua e-bike, leve em consideração a autonomia necessária para os seus percursos diários, como a ida e volta do trabalho, mais deslocamentos intermediários.

4.2 Peso: as baterias de lítio são bem mais leves que as baterias de chumbo. O lítio é o mais leve dos metais usados em baterias, e fornece a maior densidade de energia por peso. Uma bateria de lítio tem um peso até seis vezes menor do que uma bateria de chumbo. Há baterias de lítio com pouco mais de 1 kg, até cerca de 3,5 kg, enquanto as baterias de chumbo pesam mais de 10 kg.

Se a prioridade for ter uma bike leve, prefira a bateria de:
(   ) Chumbo     () Lítio

4.3 Autodescarga: as baterias perdem um pouco de carga, mesmo quando estão paradas: a isso se dá o nome de autodescarga. As baterias de chumbo possuem uma das mais baixas autodescargas entre as baterias recarregáveis, durando até o dobro do que as baterias de lítio. Essa informação é útil se a bicicleta será utilizada sazonalmente. Mas cuidado, pois a bateria não pode ser guardada sem carga: mesmo enquanto você não utiliza a e-bike, é obrigatório recarregar a bateria periodicamente.

Se a prioridade for uso sazonal, escolha a bateria de:
() Chumbo     (   ) Lítio

4.4 Longevidade: toda bateria possui um ciclo de vida, baseado na quantidade de recargas e no seu envelhecimento, que ocorre independentemente do uso. Em média, a vida útil da bateria de lítio chega próximo de 1.000 recargas, enquanto a bateria de chumbo possui vida útil de cerca de 400 ciclos de recarga. Mesmo assim, depois de aproximadamente um ano as baterias apresentam um declínio em sua capacidade de armazenar energia, devido ao envelhecimento.

Se a prioridade for a longevidade, escolha a bateria de:
(   ) Chumbo     () Lítio

4.5 Preço: as baterias de chumbo são mais baratas que as baterias de lítio. Elas são mais simples de fabricar porque sua tecnologia já é madura, confiável e bastante conhecida. Por serem mais populares, são facilmente encontradas no mercado. As baterias de lítio, relativamente novas, por enquanto são cerca de 40% mais caras de se produzir. Obviamente, o valor da troca da bateria de lítio também é maior do que a bateria de chumbo.

Se a prioridade for preço, escolha a bateria de:
() Chumbo     (   ) Lítio

4.6 Tempo de recarga: as baterias de lítio são mais rápidas para recarregar. Em geral, as recargas das baterias de lítio demoram de 2 a 4 horas para estarem completas, enquanto as baterias de chumbo geralmente demoram de 6 a 8 horas. Outro inconveniente da bateria de chumbo é que ela deveria ser plugada para recarga sempre, depois do uso, independentemente do nível de energia que ainda tenha.

Se a prioridade for ter a bike recarregada rapidamente, prefira a bateria de:
(   ) Chumbo     () Lítio

4.7 Portabilidade: a bateria de lítio é de fácil remoção da bicicleta, permitindo que você deixe a bike estacionada e leve apenas a bateria para recarregar. A bateria de chumbo, por ser mais pesada e volumosa, geralmente é fixa na bike, ou seja, quando for recarregar, você precisará levar a bicicleta toda próximo da tomada.

Se a prioridade é ter uma bateria portátil, fácil de manusear, prefira a bateria de:
(   ) Chumbo     () Lítio

5. Motor



Há dois tipos de motores. O Brush é o motor com escovas, e o Brushless, que é o motor sem escovas. Este último é mais eficiente e silencioso. Com relação ao motor, o item mais importante a ser analisado é a potência. Caso o seu percurso seja plano, você mantenha uma velocidade constante e não sobrecarregue a bike, um motor de 180 a 250 watts já é suficiente. Esses motores geralmente têm a opção de pedalar junto, ou seja, a energia que move a bike é dividida entre você e o motor. Se você não pode pedalar muito em decorrência de alguma deficiência, ou vai enfrentar terrenos com mais relevo, a versão de 350 watts é mais indicada. Motores com 600 watts são sugeridos para pessoas com maior limitação de mobilidade física, ou para ciclistas mais pesados, e para situações em que é preciso enfrentar fortes subidas; eles dão uma sensação semelhante a uma moto elétrica. Pode haver uma queda de rendimento em situações de ventos contrários muito fortes, colinas, superfícies lentas, como a lama, pneus descalibrados etc. Quanto maior a potência, maior a velocidade e a aceleração possível de atingir com a e-bike: por isso, seja cauteloso na escolha e utilização.

6. Acelerador



Este é um dos itens mais importantes a ser analisado. Se você quer pedalar o tempo todo e apenas contar com o auxílio elétrico como um facilitador, opte pelas pedelecs, que são e-bikes com sistema de pedal assistido. Neste caso, a aceleração acontece ao pedalar, através de sensores de velocidade ou torque. Os sensores de velocidade ativam o motor quando a bike atinge determinada velocidade; os sensores de torque ativam o motor quando determinada força é aplicada aos pedais. Em todos os casos, você não para de pedalar. No Brasil, é mais comum os sensores de velocidade, também chamados de sensores de giro, pois os sensores de torque são mais caros e de difícil manutenção.

Se você tem alguma debilidade física que o impeça de pedalar, opte pelas bicicletas com aceleradores manuais, que podem ser do tipo twist and go (gira e vai), semelhantes aos de moto, ou do tipo thumb, que é acionado com o dedo polegar. Essas bicicletas são indicadas para deficientes e idosos, pois a bicicleta funciona independente da pedalada: basta acelerar. Torna-se uma forma de incluir na mobilidade cicloviária quem antes não podia optar pela bicicleta.

Há, ainda, um meio termo entre as pedelecs e as e-bikes com aceleradores manuais: são as bicicletas elétricas com aceleração mista. Neste caso, o ciclista pode escolher entre pedalar com sensores ou apenas acelerar manualmente a bike através de um botão. São indicadas para pessoas com limitações mais leves, que não as impedem de pedalar, mas que em uma situação de maior necessidade, como retomar a velocidade depois do semáforo, por exemplo, preferem optar pela aceleração manual. Outro caso: se você quer utilizar a bike para ir trabalhar, sendo que prefere acelerar na ida, para não chegar suado, e voltar pedalando, para fazer o exercício do dia, a indicação é por uma e-bike com aceleração mista.

7. Ajustes

Verifique se a e-bike permite ajustes, como, por exemplo, regular o selim. Se o modelo for dobrável, verifique a facilidade de travar e destravar para dobrar.

8. Onde comprar

Escolha a loja onde vai comprar a e-bike sabiamente. Opte pela proximidade: na melhor das hipóteses você terá dúvidas e perguntas; na pior das hipóteses terá problemas e necessitará de assistência técnica. Analise se a loja terá as peças de reposição necessárias, especialmente as baterias.

9. Marca e mercado

Se algo parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. Existem muitas opções no mercado e você ouvirá todo o tipo de opiniões, mas duvide dos feitos fantásticos da e-bike de uma marca que você nunca ouviu falar. Pesquise um pouco mais: se é difícil conseguir informações sobre aquela marca, é melhor não arriscar.

10. Garantia

As bicicletas elétricas geralmente vêm com duas indicações de garantia: uma da bicicleta e outra da bateria. Quanto maior o tempo de garantia, melhor, mas ao comprar, informe-se também sobre a facilidade ou burocracia das trocas.

11. Faça um test drive

Esse é o ponto mais importante. É imprescindível testar alguns modelos antes de fechar a compra. Mas o que fazer durante o test drive?

11.1 Tipos de aceleração: experimente as variações de aceleração, pois as sensações são diferentes entre uma pedelec e uma bicicleta com acelerador manual.

11.2 Suba uma colina: ou enfrente o vento de frente, ou passe por um terreno difícil e lento, enfim, sinta a reação da bike quando a situação exigir um pouco mais da bicicleta.

11.3 Teste os diferentes modos de energia: algumas e-bikes oferecem opções que economizam ou liberam mais energia. Ande em todas as variações para sentir o comportamento da bike.

11.4 Pedale sem o auxílio elétrico: é essencial testar a bike com o motor desligado para sentir como seria pedalar quando a bateria se esgotasse. Em especial, sentir o peso da bicicleta.

11.5 Preste atenção nos acessórios: teste os câmbios, perceba o sistema de suspensão, enfim, verifique se os itens da bicicleta atendem às exigências do percurso. Se você não conhece muito dos componentes de bikes, peça ajuda para alguém que conheça.

Aceitar o auxílio elétrico não é trapaça, é uma forma inteligente de ser um carro a menos e aproveitar os trajetos de maneira acessível e integrado à cidade. No final das contas você vai pedalar mais longe, mais vezes, e muito!


Fonte: revistabicicleta.com.br

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5 razões para os comerciantes apoiarem as ciclovias

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1 - Se o comércio depende de uma vitrine para atrair o seu cliente, quem passa de bicicleta, em um ritmo mais lento e podendo prestar mais atenção ao redor, será mais facilmente atraído do que quem passa de automóvel.

2 - Ciclistas fazem mais paradas não programadas, pois é muito mais prático, se comparado a um automóvel. Quando o ciclista vê algo que lhe chama a atenção, ele simplesmente desembarca da bicicleta.

3 - Quando uma rua é segura apenas para automóveis, então, apenas motoristas são potenciais consumidores do comércio local. Quando uma rua é segura para pedestres e tem infraestrutura ciclística, o leque de potenciais consumidores aumenta.

4 - É cada vez mais comum os sistemas de compartilhamento de bicicletas, e também há hotéis e bicicletarias que alugam bicicletas. Muitos turistas preferem pedalar para conhecer a cidade que estão visitando: se houver ciclovia na sua rua ou se o seu estabelecimento é bikefriendly, eles poderão ser seus clientes.

5 - Uma vaga de estacionamento onde cabe apenas um carro (muitas vezes com apenas uma pessoa) pode acomodar cerca de seis bicicletas. Com o mesmo espaço, o comerciante pode receber muito mais clientes, reduzindo seus custos e aumentando suas possibilidades de vendas.



Fonte: revistabicicleta.com.br

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Grupo hidráulico Rotor Uno como funciona?

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Neste vídeo podemos conferir o funcionamento do grupo hidráulico Rotor Uno.

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Eliminando hábitos ruins no ciclismo

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Hábito ruim 1: Ir muito rápido, muito cedo

Sair na frente de todo mundo em uma corrida parece (e tem) suas vantagens, mas se você quer cruzar a linha de chegada na pole position, é melhor repensar sua estratégia.
“Se os seus batimentos cardíacos forem muito altos nos primeiros 30 minutos, o seu metabolismo acelera e seu corpo entra no modo de queima dos açúcares”, diz Andy Wadsworth, diretor do My Life Personal Training e treinador de ciclistas de elite.
“Você precisa treinar seu corpo para usar as reservas de gordura de longa duração ao invés dos açúcares, que vão literalmente queimar na metade do tempo.” Comece devagar e assim estabelecerá um precedente para o resto da pedalada, diz ele. Se você não busca uma explosão, aumente a intensidade apenas depois de 30 minutos pedalando.
Assim, nos primeiros minutos, pedale usando 50% da sua potência. Depois, suba para 80 a 90% da potência por 6 sessões de 2-4 minutos, com intervalos de 6 minutos entre eles, nos quais você voltará a pedalar com 50% da potência.
Depois disso, faça mais 30 minutos no estado estacionário e repita. “Se você não conseguiu se recuperar adequadamente para o próximo intervalo, aumente o intervalo de repouso, ou diminua a duração do intervalo de alta densidade”, diz Wadsworth.

Hábito ruim 2: escaladas usando as marchas erradas

Não importa qual seja a inclinação da subida, você precisa de uma cadência consistente de 90-100rpm. “90-100rpm é simplesmente a faixa mais eficiente”, diz John Herety, gerente da equipe Rapha Condor-JLT.
“Se você colocar uma marcha mais pesada, vai colocar muita pressão nas articulações; marchas mais leves e estará desperdiçando energia valiosa.”
“Você precisa desenvolver uma noção de quão rápido suas pernas estão trabalhando, portanto, pratique a contagem de 15 ou 30 segundos em cada pedalada até que você consiga ter a noção de que está pedalando na cadência correta. Os pilotos de Fórmula 1 escutam atentamente ao som dos motores e sabem quanto ele está desenvolvendo e como responder a ele, e é exatamente isso que você deve fazer.”

Hábito ruim 3: Ficar muito tempo na liderança ou retaguarda de um grupo

Aprenda como usar o vácuo dos outros ciclistas para conservar energia – mas não se torne o lambe-rodas do grupo por esquecer de bater o cartão no seu turno. “Ficar na retaguarda de um pelotão de 8 ciclistas pode reduzir o consumo de oxigênio em até 40%, diz Herety.
“Mas se ficar muito tempo na traseira pode facilmente ganhar um apelido chato do grupo e até perder alguns amigos. Mas se ficar muito tempo na frente, ficará exausto.”
A chave, segundo ele, é a comunicação e confiança. “Vocês precisam definir um período de tempo – digamos 1 minuto – para cada ciclista liderar, ou caso fique exausto numa subida precisa saber se comunicar para avisar que você terá de sair da frente mais cedo."
Faça isso por sinalizar claramente para trás que você está recuando e vá para trás devagar para evitar um acidente.
“Para uma eficiência real no grupo, você deve ficar tão perto da bike da frente de modo que fiquem apenas centímetros entre vocês. Isso exige suavidade. Uma das piores coisas em um grupo são pessoas ‘drásticas’, com movimentos inesperados. As pessoas não esperam um acidente quando você diz que vai deixar a liderança e ficar na retaguarda. Quando fizer isso, nem sequer use os freios. Deixe a resistência do ar diminuir sua velocidade lentamente.”

Hábito ruim 4: Nenhum descanso

Treinar demais pode causar dores constantes, queda da imunidade, lesões, mau humor e perda de motivação. “Descansar não é se abster dos treinos, é na verdade uma parte importante deles”, diz Wadsworth.
“Durante os períodos de recuperação, seus sistemas cardiovascular e muscular são reconstruídos em um nível mais alto – e é aqui que surgem os ganhos de performance.” Todo programa de treinamento deve incluir um dia de descanso ou dois a três dias de pedais leves (mais curtos, de baixa intensidade).
“Se você não teve uma semana exaustiva, pode fazer sua natação, yoga ou uma longa caminhada com seu cão. Mas se está saindo de uma semana de treinos longos, intensos, dê a você mesmo um dia de descanso total. Agende algo que você goste de fazer, como uma sinuca, uma massagem ou um almoço com um amigo, e terá a sensação de que o tempo foi bem gasto.”

Hábito ruim 5: Pedalar, pedalar e pedalar de novo

Ignorar seu condicionamento físico geral pode ser bem sofrido. “Ciclismo não é uma atividade física completa”, diz Matt Rabin, nutricionista da equipe Garmin-Sharp. “Ele usa predominantemente os membros inferiores do corpo de uma forma muito específica, limitada.”
O resultado é seus músculos de ciclismo ficarão curtos e apertados, e ao não utilizados ficarão fracos, gerando um desequilíbrio – para se ter uma ideia, um estudo na Califórnia apontou que dentre 500 ciclistas que pedalam por diversão, mais de 85% relataram lesões por sobrecarga.
Suplemente suas pedaladas com exercícios específicos. “Focar na estabilidade do núcleo mantém a bacia pélvica e a coluna vertebral na posição perfeita para evitar que a pélvis se incline para frente e evita dores nas costas e má forma”, diz Rabin.

Fonte: Revista Cycling Plus, revistabicicleta.com.br

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Parafusos prometem evitar roubo de partes da bicicleta

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Prender a bicicleta no poste muitas vezes pode resultar no roubo de alguma peça da bike, seja o selim, as rodas, o guidão, pedais, etc;
Isso porque, com uma simples ferramenta, um ladrão pode desaparafusar a peça em poucos segundos. Pensando nisso, a empresa alemã Hexlox criou um parafuso "à prova de roubos".
O produto, que leva o nome da empresa, promete ser impossível de ser retirado sem uma chave específica e única. Para instalar, basta inserir o parafuso nos devidos encaixes e apertar utilizando a chave especial; para retirar, a chave destrava o mecanismo, que sai com ajuda magnética, sem precisar de nenhuma torção.

O Hexlox que é produzido em aço inoxidável, promete ser a prova de ferrugem e água; e permite a substituição tanto de parafusos com encaixes de boca, quanto com encaixes de chave allen. Atualmente o sueco Marcus e o australiano Ian estão buscando financiar o produto através de uma campanha no Kickstarter, e têm feito sucesso; arrecadando mais de três vezes a sua meta inicial de 20 mil euros.
Saiba mais sobre o produto no site dos desenvolvedores.





Fonte: http://bikeelegal.com

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Nova Suspensão FOX 32 STEP-CAST 2017

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A nova Fox 32 SC promete unir a excelente leitura de terreno das suspensões da marca com um excelente peso de apenas 1.378g, ideal para o ciclista que corre de cross-country. Porém, hoje em dia, este tipo de corrida está longe de ser um passeio tranquilo, já que os obstáculos das provas estão cada vez mais desafiadores. Por isso, além do baixo peso e da leitura de terreno, um garfo deve apresentar uma boa rigidez lateral e grande capacidade de absorver impactos. 


Construção
Com 100mm de curso, a 32 Step-Cast é notavelmente mais estreita do que o modelo anterior - medida tomada para aliviar peso. Porém, como podemos imaginar, o espaço para o barro ficou menor. Para compensar, a suspensão foi esculpida para abrir espaço para os pneus. Mesmo assim, a Fox recomenda a utilização de pneus de até 2.3”


O fabricante ainda disponibiliza versões para eixos boost ou de 100mm tanto para rodas de 27,5 ou de 29 polegadas. No modelo 27,5, o offset é de 44mm, sendo que no de 29 polegadas podemos escolher 44mm ou 51mm de offsete. Em ambos os casos, o maior disco recomendado é o de 180mm. Com essas medidas, a Fox criou um garfo 10% mais leve que o 32 FIT 29, lançado em 2015

Sistema de amortecimento

A 32 Step-Cast 2017 utiliza o sistema FIT4, que possui regulagem de compressão externa localizada na parte superior do garfo com três posições de uso: firme, médio e aberto.Além disso, ela ainda conta com um botão de ajuste de retorno com 22 pontos diferentes. 

Para sustentar o peso do ciclista, o garfo utiliza molas de ar positiva e negativa com equalização automática e espaçadores que regulam o volume de ar. A 32 Step-Cast 2017 ainda pode ser equipada com o sistema FIT iRD de controle eletrônico.


Ficha técnica

– 100mm de curso
– 1,378g / 3,04lb - para 29 com espiga inteira
– Opções de eixo 15QR x 110 Boost e 15QR x 100 Kabolt
– Opções para rodas 27.5? e 29?
– FIT4 damper
– Opções de cores: Laranja, Preto e Branco
– Preço $889 no mercado americano

Vídeo